O desembargador Luís Cesar de Paula Espíndola, do TJ do Paraná, que afirmou que “as mulheres estão loucas atrás de homens” atua numa vara de família e fez essa declaração estapafúrdia quando analisava uma medida protetiva proibindo um professor de se aproximar de uma aluna de 12 anos que se sentiu assediada. É ou não é o cúmulo do absurdo?