A investigação da Polícia Federal chegou ao núcleo de mais um esquema criminoso, que envolve principalmente a direita, PL de Valdemar Costa Neto e dos Bolsonaro à frente. Até agora o STF bloqueou 119 milhões em bens de Costa Neto, dinheiro oriundo do escandaloso esquema de emendas parlamentares. E olhem que o tal VCN nem deputado é. Mas a PF aponta para o uso de parlamentares de partidos da extrema-direita como laranjas. O exemplo mais reluzente é Sóstenes Cavalcante, o deputado-pastor que se apresenta como vestal mas está mais sujo do que pau de galinheiro.
O desvio de emendas parlamentares, que o governo é obrigado a pagar porque lá atrás o então presidente da Câmara, Arthur Lira, transformou em emendas impositivas , pode passar de meio bilhão de reais. É muita grana saindo pelo ralo da corrupção desenfreada. Já há quem diga que o dinheiro abocanhado nos escândalos “Anões do Orçamento” e “Mensalão”, somados é dinheiro de pinga perto do que está vindo por aí.
Ao se referir a mais esta descoberta da Polícia Federal, o presidenciável Flávio Bolsonaro, envolvido até o pescoço no caso Master, lançou sua tradicional cortina de fumaça – primeiro acusando a PF de agir seletivamente e depois tentando jogar o lamaçal que traga sua pré-candidatura no colo de Lula. Na falta de argumentos e provas que possam embasar suas leviandades, Flávio cita Lulinha, que em passado recente foi acusado até de ser dono de uma Ferrari banhada a ouro.





