Eu achei muito interessante a comparação que o professor de literatura João Cezar de Castro Rocha faz de Michele Bolsonaro com Lady Macbeth. No drama shakespeariano, Lady demonstra incrível avidez com a possibilidade de virar rainha. Perversa e ardilosa, ela convence o marido de que o assassinato do rei é um passo imprescindível para ele herdar o trono.
Mal comparando com o caso real do clã Bolsonaro, parece claro que Michele estimulou muito o seu galego a dar um golpe de estado.
Agora , coloca o marido presidiário contra a parede, para rifar o filho Flávio e abrir caminho para que seja ela a candidata a presidente da república. O fato concreto é que Michelle jogou um balde de água no barril de chopp do enteado, réu confesso no caso Master.
Sé é verdade que a história se repete , primeiro como tragédia e depois como farsa, tudo o que não se pode desejar nesse caso é a tragédia, mas que a farsa em curso conduza o bolsonarismo para as calendas gregas. Ou se preferir, para a lata de lixo da história.



