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“Mordomo da Casa Branca”

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A definição não é de nenhum esquerdista e  muito menos de algum portal alternativo de notícias. É do tradicional porta voz da elite paulista, o Estadão de São Paulo. Em um duro editorial, o jornal dos Mesquita critica a postura de vassalo encenada por Flávio Bolsonaro ao forçar a barra para tirar uma fotografia ao lado do presidente Donald Trump. O Estadão destaca que  a imagem produzida no encontro relâmpago “ expõe uma postura de “subserviência” de Flávio Bolsonaro em relação a Trump. A fotografia foi usada como instrumento para tentar dar “sobrevida” a uma candidatura considerada fragilizada dentro do próprio campo bolsonarista, especialmente após os desdobramentos envolvendo sua relação com o Daniel Vorcaro”.

Cômico , se não fosse trágico

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A narrativa criada por Flávio Bolsonaro para justificar sua insistência pela interferência dos Estados Unidos no sistema de segurança do Brasil, com a classificação do PCC e do CV em organizações terroristas  , é motivo de preocupação, por um lado, e por outro, de galhofa. Seria cômico se não fosse trágico um candidato a presidente da república defender a interferência de uma potência estrangeira nos assuntos internos do seu país. E quando ele diz que Lula foi beijar a mão de Trump na Casa Branca, sendo que ele é que foi lá numa missão “baba ovo”,  acaba expondo para todo o país o seu nariz de Pinóquio e um cinismo nunca antes visto em um homem público. Sinceramente, não sei se Geppeto se sentiria orgulhoso ou envergonhado da sua criação.

Ela votou pela manutenção do atraso

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A deputada federal Rosângela Moro, que votou a favor da manutenção da jornada 6 x 1, tentou justificar seu voto destilando ódio contra o governo do presidente Lula e desconsiderando totalmente ser esta medida benéfica aos trabalhadores e um avanço extraordinário nas relações capital x trabalho. Seria por ódio ideológico ou por incapacidade de compreender a realidade dura de milhões de pessoas que levantam de madrugada de segunda a sábado para ganhar a vida, sem direito ao laser, ao descanso por prazo mais adequado à condição humana ? Como era de se esperar, ela defendeu a PEC da hora trabalhada, uma excrescência proposta pelo senador bolsonarista Rogério Marinho, que acaba de vez com a representação classista e com qualquer segurança jurídica que possa ter o trabalhador brasileiro. Enfim, o discurso da “conja” , ex-primeira dama da República de Curitiba, tem a profundidade de um pires.

Dino amarrou o guiso no pescoço do gato

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Finalmente um ato de justiça, contra membros ímprobos da Justiça.  O Ministro Flávio Dino amarrou o guiso no pescoço do gato e o pleno da Corte seguiu a proposta de acabar com aposentadoria compulsória de juízes corruptos. De hora em diante, magistrado que delinquir na função, inclusive com venda comprovada de sentença, não serão aposentados compulsoriamente com vencimentos e arte penduricalhos. Ao contrário, serão expulsos da magistratura , sem choro e nem vela.

Por justiça, vamos reconhecer que o primeiro homem público a levantar essa bandeira foi o então deputado federal paranaense Rubens Bueno, em 2012, quando apresentou a PEC 163. Bueno considerava que a aposentadoria compulsória de juízes era uma das maiores distorções do sistema de justiça no Brasil. “A chamada aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados, seja de que esfera for, é um crime, uma afronta à moralidade administrativa e ao senso de justiça da nossa sociedade”, dizia sempre, em entrevistas e em discursos na Câmara Federal.

Um show de horrores

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Depois da vergonhosa sessão vassalagem nos Estados Unidos, onde beijou a mão do presidente Trump e só faltou se enrolar na bandeira americana, o pré-candidato a presidente do Brasil, Flávio Bolsonaro , veio ao Paraná nesta sexta-feira. Participou de um comício com o candidato a governador Sérgio Moro, reunindo no Tarumã apenas duas mil pessoas.  Os discursos foram um show de horrores. Flávio, como sempre, mostrou-se insuperável na desfaçatez  e Moro mostrou em 3 D, sua incapacidade de articular duas frases sem falar de Lula e da corrupção que ele não combateu enquanto ministro da justiça de Bolsonaro. Moro se escalou para bater no Lula e seu pupilo Deltan Dallagnol, para ripar o pau no STF, principalmente em Alexandre de Moraes e Dias Tófoli.

Quando a Justiça tarda, mas não falha

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Finalmente um ato de justiça contra membros ímprobos da Justiça.  O Ministro Flávio Dino amarrou o guiso no pescoço do gato e o pleno da Corte seguiu a proposta de acabar com aposentadoria compulsória de juízes corruptos e bateu o martelo. De hora em diante, magistrado que delinquir na função, inclusive com venda comprovada de sentenças, não serão aposentados compulsoriamente com vencimentos e até penduricalhos. Ao contrário, serão expulsos, sem choro e nem vela.

Por justiça, vamos reconhecer que o primeiro homem público a levantar essa bandeira foi o então deputado federal paranaense Rubens Bueno, em 2012, quando apresentou a PEC 163. Bueno considerava que a aposentadoria compulsória de juízes era uma das maiores distorções do sistema de justiça no Brasil. “A chamada aposentadoria compulsória como punição disciplinar para magistrados, seja de que esfera for, é um crime, uma afronta à moralidade administrativa e ao senso de justiça da nossa sociedade”, dizia sempre, em entrevistas e em discursos na Câmara Federal. Tudo ficou no discurso e na indignação verdadeira de Rubens, que foi também deputado estadual e prefeito de Campo Mourão. Ficou, mas só até agora, graças à chegada do grande maranhense Flávio Dino ao Supremo Tribunal Federal.

O bagaço da laranja

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Flávio Bolsonaro deve estar voltando dos Estados Unidos após ser recebido por  10 minutos pelo Trump , de quem ouviu elogios a Lula e teve que engolir seco. Sexta-feira virá ao Paraná   colocar azeitona na empada do pré-candidato a governador Sérgio Moro. Ao mesmo tempo, tentará  incrementar as campanhas para o Senado de Deltan Dallagnol e Felipe Barros, o primeiro , inelegível segundo o deputado federal petista Zeca Dirceu. Os três vão em busca do suco bolsonarista, se é que conseguirão extrair alguma coisa do bagaço dessa laranja.

A corrida para o Senado no Pr

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De acordo com  o instituto  IRG Pesquisa, que  vem sendo chamado de DataRatinnho, Gleisi e Dallagnol estão pau a pau na disputa de uma das vagas para o Senado, já que é dada como quase certa a volta de  Álvaro Dias ao Congresso Nacional. Ocorre que o ex-procurador, por mais que ele diga que não, estaria inelegíviel, após ter seu mandato de deputado federal cassado pela justiça eleitoral. Sem o arrogante Dallagnol, Gleisi deve carimbar o passaporte. Ainda mais se ocorrer o que muitos analistas políticos preveem: a retomada da candidatura de Alexandre Curi para governador, já que o escolhido de Jota Erre, Sandro Alex, só decola nas pesquisas “me engana que eu gosto”.

Presidente do PP nas asas de Vorcaro

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O todo poderoso do PP, que de progressista só tem o nome, é uma das figuras centrais do esquema de corrupção comandado pelo dono do Banco Master. O piauiense Ciro Nogueira está envolvido até a medula com Daniel Vorcaro, cujas ligações acaba de resultar no bloqueio de um avião de R$ 10 milhões registrado no nome do senador.  E quem bloqueou? Não foi o Xandão e nem o Flávio Dino, foi o ministro André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro para o STF e que agora está na relatoria do maior escândalo financeiro da história do Brasil.

A cara de samambaia de Moro

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oro

Flavio Bolsonaro se enterra cada vez mais, porque a cada mentira que conta, surge a necessidade de contar mais duas para tentar desfazer a primeira. Nesta terça-feira ele foi obrigado a admitir que esteve casa de Vorcaro quando o banqueiro bandido já estava usando tornozeleira. A cena mais curiosa foi a cara de samambaia de Sérgio Moro, o outrora defensor da moralidade pública e agora abraçado a quem tende a deixa-lo enlameado. Virou meme.