A narrativa criada por Flávio Bolsonaro para justificar sua insistência pela interferência dos Estados Unidos no sistema de segurança do Brasil, com a classificação do PCC e do CV em organizações terroristas , é motivo de preocupação, por um lado, e por outro, de galhofa. Seria cômico se não fosse trágico um candidato a presidente da república defender a interferência de uma potência estrangeira nos assuntos internos do seu país. E quando ele diz que Lula foi beijar a mão de Trump na Casa Branca, sendo que ele é que foi lá numa missão “baba ovo”, acaba expondo para todo o país o seu nariz de Pinóquio e um cinismo nunca antes visto em um homem público. Sinceramente, não sei se Geppeto se sentiria orgulhoso ou envergonhado da sua criação.






