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Só o eleitor pode evitar a catástrofe

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O pré-candidato  Flávio (rachadinha) Bolsonaro teve o comportamento mais vil e abjeto que se pode esperar de alguém que luta para chegar à presidência do seu país. Em Dalas (Texas), defendeu interferência do governo americano nas eleições brasileiras em seu favor e prometeu dar em troca, nossos minerais críticos, principalente o Terras Raras. Foi num discurso durante encontro da extrema direira americana, em a vassalagem foi tão vergonhosa, que viru motio de chacota nas redes sociais.

Dá pra imaginar o que ele não fará se derrotar Lula nas urnas. Vai mover céus e terras para concretizar o golpe de estado que o pa tentou e não conseguiu. É bom a classe política brasileira , inclusive a direita, pensar nisso e ficar muito atenta.Não precisa ser cientista política para ter a percepção sobre o desastre que seria a eleição do 01 para ocupar o Palácio do Planalto a partir de 1 de janeiro de 2027. Bate na madeira, pé de pato, mangalô, três vezes…

O efeito bumerangue de um relatório nefasto

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O relatório da CPMI do INSS, produzido pelo relator, deputado bolsonarista Alfredo Gaspar, envergonha o parlamento brasileiro. Gaspar mostrou obsessão pelo indiciamento de Lulinha e deixou de  fora gente como Zetel, o financeiro de Vorcaro que , via Banco Master,  faturou bilhões com descontos indevidos dos aposentados. Deixa fora também um dos personagens centrais do esquema criminoso, o ministro da Previdência do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, entre outras figuras de proa do bolsonarismo. Felizmente foi rejeitado e o relator ainda está na mira da Polícia Federal por suspeita de estupro de vulnerável. Quanto ao presidente da CPMI, senador Carlos Viana, dizem que “congrega” na igreja da Alagoinha do André Valadão e é suspeito de envolvimento direto no escândalo Master.

Quanto a Lulinha, que foi transformado pelo bolsonarismo em bode expiatório , para atingir o presidente  Lula, ele teve seus sigilos bancário e telemático quebrados em janeiro pelo ministro André Mendonça. Não consta que a PF tivesse encontrado algo errado. Tanto que nem foi convocado ainda para depor. Agora, vão dizer que Mendonça, o “terrívelmente evangélico” indicado por Bolsonaro para o STF, estaria blindando o filho de Lula?

Tática biquini

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Os institutos de pesquisa não param pesquisar e usando métodos pouco republicanos, aprofundam a polarização. Pior não são as pesquisas propriamente ditas, mas a leitura que a mídia corporativa faz delas. Usam a tática biquini, que mostra tudo e esconde o essencial.

Dura lex, sed lex, seu Deltan

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Deltan Dallagnol se assanha para voltar à cena política do Paraná e disputar uma das duas vagas no Senado. Mas o deputado federal Zeca Dirceu lembra o “Rolando Lero” da famigerada Lava Jato que,  ao ser cassado pelo TSE, ele teve seus direitos políticos suspensos até 2031 com base na Lei da Ficha Limpa. Portanto, está inelegível.

A propósito o Conselho Nacional de Justiça ainda aguarda uma decisão da instância máxima da justiça brasileira sobre o desvio de R$ 2,5 bilhões de recursos públicos para um fundo que ninguém sabe a quem serve e para que serve. Os artífices desse fundo, que foi sem nunca ter sido, seriam, conforme  relatório da Corregedoria Nacional de Justiça, Deltan e Sérgio Moro. O dinheiro, que ainda tem destino incerto e não sabido, é oriundo de acordos de leniência na Operação Lava Jato.

Sucessção de Ratinho Jr. no modo Zorra Total

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O governador Ratinho Júnior tenta emendar tecidos esgarçados para uma toalha de mesa, que pretende costurar para o banquete da sua sucessão. Ele quer evitar a eleição de Sérgio Moro e articula uma chapa improvável, porém não impossível. Pra isso já descartou a candidatura de Guto Silva e rebaixa a patente do aliado Rafael Greca, que sonha em ser governador, mas  que teria que se contentar com a vice, preferencialmente, de Eduardo Pimentel (atual prefeito de Curitiba) ou, na pior das hipóteses, de Alexandre Curi. Curi, é bom que se diga, era o preferível de Ratinho, mas deixou de ser por razões que a própria razão desconhece.

Enquanto Jota Erre tenta agradar a gregos e emputecer troianos e enquanto a candidatura Moro vai se desmilinguindo, a do deputado Requião Filho está só que cresce…e aparece.

Moro, o espalha roda

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Sérgio Moro, que estava desconfortável no União Brasil, com o risco de não ter homologada sua candidatura a governador, caiu nos braços de Valdemar Costa Neto e por conta disso, prefeitos do PL no Paraná estão batendo em retirada. Não querem ficar no Partido Liberal e muito menos apoiar a candidatura Moro para o Palácio Iguaçu. O PL tem 52 prefeitos no Paraná, 40 já anunciaram que não ficam. A justificativa dos 80 por cento dos  prefeitos  filiados ao PL de Costa Neto e Bolsonaro é que  o ex-juiz tem perfil individualista e pouco aberto ao diálogo político. Um deles chegou a dizer que Sérgio Moro não dialoga com as exigências da vida pública.

A situação política do senador é ruim e o conceito que ministros do STF tem em relação a ele é dos piores. Agora, por exemplo, ele está na mira do inquérito das milícias digitais. Alexandre de Moraes encaminhou à PGR um requerimento para que  Sérgio Moro seja incluído formalmente na investigação.

Tony Garcia, a sombra do ex-juiz

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Olha só como é a política. Principalmente em  eleições majoritárias, funciona quase como nuvem de verão, que muda a configuração cada vez que você olha pra cima. O caso da sucessão estadual no Paraná é emblemático: até dia desses Sérgio Moro, que lidera as pesquisas, tinha sua candidatura balançando no União Brasil. Então,  afivelou a mala e correu para o PL, mais precisamente para os braços do bolsonarismo e do Valdemar Costa Neto, que  tantas vezes chamou de corrupto.

Mas no caminho de Moro existem algumas pedras, que poderão barrar sua chegada ao Palácio Iguaçu. Uma delas é Requião Filho , que o colocaria no bolso em qualquer debate. Outra é Tony Garcia, que os adversários  do ex-juiz da Lava Jato trabalham para que dispute a sucessão de Ratinho Júnior. Garcia, é bom lembrar, foi preso por Moro e durante  10 anos atuou como espião da 13a Vara Federal de Curitiba ante a ameaça do juiz,  de ir para a masmorra caso não colaborasse com provas contra lideranças que Moro queria prender.Garcia foi deputado estadual, muito influente na elite política  paranaense e autor de um dossiê que está no STF, cujas provas seriam suficientes para colocar Sérgio Moro definitivamente no buco do corvo.

Quem tem medo dessa dupla?

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Daniel Vorcaro provoca desinteria no centrão , mas segundo o advogado Roberto Bertholdo, seu xará e ex-cliente, Roberto Augusto Leme da Silva ,  provoca muito mais. Tido como elo de ligação entre o PCC e a Faria Lima, “Beto Louco” quer delatar faz algum tempo, mas a PGR vem negando. A delação desse personagem tóxico abalaria a república, atingindo principalmente políticos do centrão e figuras de proa da Faria Lima.  “ Beto  nunca conseguiu ingresso ou ser bem atendido por pessoas ligadas ao atual governo. Mas no centrão, ele era tratado a ‘pão de ló’. Então, ele tem muita gente para entregar”, declarou o advogado. 

A política como ela é

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  Nada é mais contraditória do que a política, nada é mais hipócrita do que um político que se coloca na cena partidária como vestal, arrotando uma honestidade apenas de aparência. Olha só o exemplo de Sérgio Moro, o juiz que comandou uma espécie de operação “mãos limpas” tupiniquim, que quebrou a indústria pesada da construção civil, tirou um candidato favorável de uma eleição presidencial para eleger outro que depois foi servir como ministro. E como tal, foi fritado e saiu atirando e acusando o clã de envolvimento com rachadinhas. Agora, abraça o rei das rachadinhas, para ter palanque e dar palanque no Paraná ao candidato que adoraria ver Trumb bombardear o Brasil, a partir da Baia da Guanabara.

Vamos ver como se comportará em relação a candidatura Moro, um certo Tony Garcia e que condições o senador terá em  um tête-à-tête com Requião Filho, quando a campanha começar pra valer. Moro está sempre com cara de mal humorado e sua oratória é sofrível e de agressão constante ao vernáculo. Lidera as pesquisas para governador do Paraná, graças a resquícios da popularidade que adquiriu no comando da Lava Jato, que só o tempo dirá se será o suficiente para ele continuar surfando nessa onda até outubro. Quem viver, verá.

Simples assim

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