Informa o Blog do Esmael que “movimentos progressistas preparam uma manifestação em Curitiba, em 29 de maio, na porta do Clube Curitibano, durante a festa de 35 anos do deputado federal Filipe Barros (PL-PR), que espera receber o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no convescote da direita paranaense. A palavra de ordem prevista é “BolsoMaster”, usada por adversários para colar o caso Banco Master ao bolsonarismo e à pré-campanha de 2026.”.
Felipe Barros, que está na mira da Polícia Federal, também por ser um possível beneficiário do esquema, pode ver seu balçao murchar do dia pra noite. Ele é pré-candidato ao Senado e rivaliza com a petista Gleisi Hoffman pela segunda vaga, já que a primeira parece já ter dono: Álvaro Dias.
Parabéns e possíveis vaias
Insanidade pura
O bolsonarismoinsiste em politiza a ação da Anvisa de alerta à população contra produtos Ypê, como se fosse uma perseguição do governo Lula à empresa que em 2022 doou R$ 1 milhão para a campanha de Jari Messias. Nada mais absurdo. Tanto que a ação de controle dos lotes suspeitos de conter uma bactéria perigosa foi desenvolvida pela Anvisa em parceria um órgão fiscalizados da gestão Tarcísio de Freitas. Vale lembrar que o atual presidente da agência reguladora foi nomeado no governo Bolsonaro.
A mediocridade é tamanha, que estpa cheio de vídeos nas redes sociais, de bolsonaristas lavando cabelo com detergentye e alguns até virando o um Ypê na boca. Mais do que ridículo, isso é perigoso, pois acaba incentivando crianças a tentar fazer o mesmo. A questçao já é de saúde públuca mesmo.

A ironia barata do comedor de banana com casca
Muita gente achou engraçado e defendeu Romeu Zema como um político irônico, que exerceu seu direito à crítica debochada contra o STF. O comportamento cabotino desse fascista de fundo de quintal ,chegou a ser considerado um teatrinho infantil, uma brincadeira inofensiva, uma crítica ácida, mas bem humorada. Se usar fantoches para atacar um ministro do STF é humor, Millôr Fernandes está se virando no túmulo, angustiado por não poder reencarnar um boxeador e voltar à vida terrena para aplicar um jab no queixo do boquirroto. Não vem ao caso se o ministro Gilmar Mendes merece e dever ser ”zuado” desse jeito. O problema está na lacração desrespeitosa, não a um membro da mais alta corte de justiça do país, mas à instituição, um dos três pilares da democracia, que vem sendo atacada sistematicamente pela extrema direita. Não dá pra normalizar absurdos como este, porque gostemos ou não, é o Supremo Tribunal Federal que vem garantindo a solidez do Estado Democrático de Direito, desde 8 de janeiro de 2023.

Na mira de Mendonça e da PF
O deputado Felipe Barros, do PL do Paraná, que vive arrotando honestidade nos microfones da Câmara e das emissoras de TV, pode ser o próximo parlamentar e ser “visitado” pela Polícia Federal. De acordo com a Mônica Waldvogel, da Globo News, Felipe foi coautor, junto com Ciro Nogueira, da proposta de emenda constitucional que alavancaria o Banco Master, beneficiando diretamente Daniel Vorcaro.

Xandão, Bolsonaro e negócio de família
Para azar e desespero dos bolsonaristas, o ministro sorteado como relator das ações que questionam a lei da dosimetria foi Alexandre de Moraes. O Brasil espera que golpistas continuem não tendo colher de chá com o Xandão.
Em tempo: O Flávio Bolsonaro disse ontem que se chegar a presidência seu primeiro ato será anistiar o pai e nomeá-lo para o cargo que ele quiser no governo. Está mais do que claro, então, que o verdadeiro objetivo do senador da rachadinha de chegar a presidência da república é beneficiar a própria família, principalmente o seu pai pai.
A favor, pero no mucho….
Se depender da bancada paranaense na Câmara Federal, o fim da jornada 6 x 1 ficaria para as calendas gregas. É um tema incômodo para a maioria dos parlamentares, que no entanto não podem fugir dele e nem se manifestar contra, sob pena de comprometer suas reeleições. Pra não passarem recibo, alguns deputados defendem “mais debate”, o que empurraria o projeto com a barriga até o pós-eleição. Passando a barreira de outubro, tudo bem pra eles, porque os reeleitos poderiam resistir ao apelo dos trabalhadores, pelo menos até 2030. Os derrotados nas urnas estariam remoendo os resultados adversos, e por conseguinte, fazendo ouvidos moucos ao grito das ruas. É assim que é.
Depois da gratuidade
A informação é do Ministério dos Transportes: “Os brasileiros economizaram R$ 1,8 bilhão com a gratuidade da carteira de habilitação”. O curso teórico é gratuito e os que buscam a CNH não precisam mais pagar autoescola. No Paraná a economia foi de R$ 113,6 milhões.
Vale mais que mil palavras…
A foto desse abraço de Flávio Bolsonaro em Davi Alcolumbre é muito reveladora. A imagem, que fala mais do que mil palavras, expõe as vísceras de um parlamento que caminha paralelo à realidade do país e que merecidamente ganhou a pecha de “ inimigo do povo”

Fala lilliputiana
No programete eleitoral do PL do Paraná esta semana na TV, Sérgio Moro fecha a cantilena partidária com uma provocação despropositada, afrontosa e ridícula. “Só não aceitamos bandidos e petistas”. Nem em Lilliput seria visto tamanha pequenez.
Abraço de tamanduá
Quando se fala em traição na política, nada se equivale ao que fez o senador Jaques Wagner com o presidente Lua, de quem era líder do Senado. Encerrada a sessão vergonhosa, de rejeição de Jorge Messias para o STF, Wagner forçou um abraço em David Alcolumbre, que manobrou criminosamente pelo resultado adverso ao Palácio do Planalto. Em sendo ele líder do governo da Câmara Alta, o abraço de tamanduá, bateu um carimbo de traidor na testa do senador baiano, do PT. Por tudo o que tem feito na vida pública e pelo que representa na cena politica brasileira, isso foi uma mancha em sua biografia, que Wagner vai ter muita dificuldade de remover.
