Sem meias palavras

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O vídeo da escola cívico-militar de Curitiba com alunos marhando e cantando em coro o tema funesto do filme Tropa de Elite, é de estarrecer. O governador Ratinho Júnior pode dizer quanto quiser que trata-se de um caso isolado, que não convencerá ninguém de que a pregação da violência do seu projeto de educação é conceitual. O discurso da eliminação física dos pobres está na essência do projeto de poder de Júnior, que sonha com a presidência.

3 COMENTÁRIOS

  1. É assustador, crianças fazendo apologia a morte de seres humanos, imagino quantos “Ustras” e “Helenos” não estão sendo forjados nessas instituições hospícios. Pega aí um mini psicopata e sai daí um psicopata completo e pronto para condução de maldades.
    É o ovo da serpente parindo e forjando os seus filhotes.
    “Entrar na favela e deixar corpo no chão”?… Estão formando assassinos? Estão formando assassinos! Assassinos…
    Lavagem cerebral feita pelos adoradores de armas, de assassinatos e da morte!

  2. Escola é lugar para pensar, discutir, refletir!!! Viver a diversidade e aceitar as diferenças e não uniformizar e tornar robôs obedientes, com dissonância cognitiva coletiva!! Professor que defende isso, não aprendeu qual é a função de professor!!!
    A pergunta que não pode faltar, pq será que esse modelo serve só para escola pública? Os filhos do governador, secretários, e empresários, aceitariam esse modelo nas escolas dos seus filhos?
    Tudo isto vem de encontro ao desejo de construir novamente o fascismo tupiniquim, de Plínio Salgado, baseado na ruptura civilizatória, construindo uma geração que vá fazer uma disruptiva do processo social, onde a barbárie possa comandar…

  3. A que ponto chegamos!!!O que serão estes alunos quando deixarem a escola? Matadores?, genocidas?, golpistas?, adoradores de ditaduras assassinas? Absurdo!
    Estão criando nada mais nada menos do que os golpistas armados do futuro, e não demorará muito.
    A narrativa começou com a caça aos ‘professores doutrinadores e comunistas’ e a farsa da ‘Escola sem Partido’.
    Depois, revelou-se o verdadeiro projeto: esvaziar a educação de seu senso crítico, removendo filosofia, sociologia e artes, para preenchê-la com a disciplina cega e a hierarquia inquestionável do militarismo.
    Não foi à toa que esse laboratório do conservadorismo teve início no Paraná, transformando escolas em quartéis e alunos em soldados.
    Agora, esse modelo se espraia para São Paulo e outros estados, como um projeto de poder que avança sobre o futuro da nossa juventude.

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