O experiente Luiz Costa Pinto, um dos jornalistas que mais conhece os bastidores da política brasileira, disse em conversa com apresentadores e comentaristas do ICL, que semana que vem deve emergir como personagem central do esquema do Banco Master, o empresário Nelson Tanuri. Segundo ele, Tanuri é uma espécie de eminência parda da trama criminosa liderada por Daniel Vorcaro, ao lado do qual sempre esteve na formação de grandes empresas, sem que ambos produzissem um único parafuso.
Tanure é alvo da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, que o vincula a Daniel Vorcaro, como parceiro do esquema criminoso que provocou um rombo de mais de 50 bilhões no sistema financeiro. Só lembrando que Tanure é o dono da Liga, empresa que comprou a Copel, vendida pelo governo Ratinho Júnior apesar dos protestos que pipocaram contra a privatização em todo o Paraná. Costa Pinto aponta esta privatização como uma das prováveis causas da desistência do governador de sua pré-candidatura a presidente da república. O mesmo personagem estaria por trás da aceitação passiva do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas , da candidatura de Flávio Bolsonaro, imposta pelo pai. Mesmo sendo ele Tarcísio, o candidato da preferência da Faria Lima.

Outra bomba é a ligação do Flavio Bolsonaro com o miliciano Adriano, eram socios na milicia da construção de apto, e tem mais O “rei da rachadinha” o milionario que nunca trabalhou e tem mais Em discurso feito na tribuna da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em 2007, o então deputado estadual Flávio Bolsonaro defendeu os grupos criminosos conhecidos por “milícias”, que aterrorizam e exploram a população do estado do Rio. Ele referiu-se às milícias como um “novo tipo de policiamento”.
“(…) A milícia nada mais é do que um conjunto de policiais, militares ou não, regidos por uma certa hierarquia e disciplina, buscando, sem dúvida, expurgar do seio da comunidade o que há de pior: os criminosos”, afirmou.
Além de defender os grupos de extorsão, Flávio ainda disse não achar justa a “perseguição” por parte de políticos e entidades “ligadas aos direitos humanos” aos milicianos. Em uma de suas manifestações, ele chegou a citar a favela de Rio das Pedras, comunidade que sofre com a atuação da milícia, como exemplo a ser seguido. “Façam consultas populares na Favela de Rio das Pedras, na própria Favela do Batan, para que haja esse contrapeso também, porque sabemos que vários são os interesses por trás da discussão das milícias.
Flávio Bolsonaro tinha ligações profundas com aa milícia de Rio das Pedras. Ele homenageou Adriano Magalhães da Nóbrega, um assassino profissional membro do “Escritório do Crime”, uma espécie de central de assassinatos contratados pela milícia.