A mídia alternativa revelou nesta sexta-feira, dia do trabalho, a existência de um acordo, que é sem dúvida o que de mais abjeto ocorreu nos últimos tempos na política brasileira: a união dos senadores David Alcolumbre e Flávio Bolsonaro com Alexandre de Moraes, para derrotar Jorge Messias, indicado de Lula à vaga de Barroso no STF. Se havia suspeita, agora é praticamente confissão de culpa dos três, de terem se beneficiado com a dinheirama distribuída por Daniel Vorcaro a influentes homens públicos. Isso porque, informa por exemplo o portal Revista Forum, o preço da trama, seria o enterro da CPMI do Banco Master, cuja instalação ou arquivamento estava nas mãos do presidente do Senado, David Alcolumbre, o judeu que está adequadamente, sendo chamado de Judas. No mesmo pacote estaria incluída a derrubada do veto presidencial ao PL da dosimetria, uma esopecia de “PL da Bandidagem 2”. A notícia que já se espalhou feito rastilho de polvora, já provoca a procura desenfreada nas farmácias brasileiras, de engov e dramin, porque spo quem tem estômago de avestruz, consegue ficar sem “chamar o juca”.