O partido Novo sustenta que Deltan Dallagnol está elegível porque a decisão do TSE em 2023 teria atingido o registro da candidatura em 2022, sem produzir efeito sobre pleitos futuros. Mas a coisa não parece tão simples assim. Ocorre que a situação eleitoral do ex-procurador da Lava Jato estaria complicada após a derrubada de uma liminar do TRE do Paraná que mandava retirar do ar reportagem sobre a situação eleitoral de Deltan. O caso dele hoje está nas mãos de ninguém menos que Gilmar Mendes, que aprecia ação impetrada pelo deputado petista Zeca Dirceu.
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O Deltan está inelegível e não vai sair candidato.
Acredito que o Ricardo Barros vai apoiar o Lula em troca de um ministério, quer apostar?
Na minha modesta opinião vejo que o ex-procurador Deltan Dallagnol está inelegível porque, além de todos os argumentos dos vários processos administrativos que ele enfrentava quando ele se exonerou em meados de novembro de 2021, uma denúncia relativa à compra de um sistema espião que grampeava pessoas na Procuradoria explica porque o ele se exonerou nessa data. Hoje são matérias públicas, a denúncia já deixou o campo administrativo e está no Judiciário. Esse sistema guardião, na opinião da Corregedoria, do Ministério Público e da própria Polícia Federal, era de responsabilidade do chefe da Força Tarefa, que então era o Deltan Dallagnol. Quando isso sai de uma investigação interna e é juntado no processo administrativo a que o ex-procurador respondia naquele momento, logo em seguida ele pede a exoneração.
Esse ato dele, somado a todas as demais situações que já estão na decisão unânime do Tribunal Superior Eleitoral de 2022, corrobora a necessidade de incidência da alínea Q do inciso 1 do artigo 1º da Lei da Ficha Limpa.
Porque fica claro que a intenção de Deltan Dallagnol ao pedir demissão em meados de novembro de 2021 não teve nenhum motivo político. Ele pediu exoneração para fugir dos processos administrativos, sobretudo desse último, que diante do passado dele, diante das outras condenações disciplinares que ele teve, certamente o levaria a um risco muito grande de ser exonerado do Ministério Público. Por muito menos que isso, o outro procurador da Força Tarefa da Lava Jato, o Diogo Castor de Matos também teve recomendada a sua exoneração.
Eu entendo que agora em 2026, se ele pedir o registro, uma ação de impugnação de candidatura vai chegar no mesmo lugar onde chegou em 2022, porém com muito mais fundamento, porque agora ficou clara a intenção fraudulenta de Deltan Dallagnol, de escapar de um processo administrativo que podia levar a sua demissão do cargo do Ministério Público. Enfim, fica claro por que ele fugiu do processo administrativo naquela época. E isso, por decorrência desse dispositivo da Lei da Ficha Limpa, reforça a sua inelegibilidade.
Conversei nestes dias com um amigo maringaense que é fazendeiro e possui uma casa nos EUA, ele me disse que o sonho dele era morar nos Estados Unidos mas não tem cacife para isso, e olha que ele é um grande fazendeiro, ele disse que o custo de vida lá é muito alto, que as escolas para os filhos caríssimas e que a saúde lá é toda privada e cara, ai eu fiquei pensando, se um grande fazendeiro maringaense não consegue viver nos Estados Unidos, como o Eduardo Bolsonaro está conseguindo se ele não tem um rendimento, não trabalha, tem esposa e duas filhas adolescentes, escola, saúde, uma vida de milionário, me explica ai, só não vê quem não quer.
Em um país com um sistema judiciário minimamente sério, Sérgio Moro e Deltan estariam presos até a eternidade! Leiam o livro “Novas confissões de um assassino econômico”, é exatamente o que aconteceu no Brasil!
A verdade é que a extrema direita odeia políticas públicas, vive de negociatas, fakes e corrupção com o dinheiro público. De um lado os progressistas com benefícios a milhões de brasileiros que precisam de programas sociais para sobrevivência e melhorar de vida, do outro, os extremistas da direita metidos em esquemas milionários como o bolsa Master, de favores, privilégios e mentiras