O todo poderoso do PP, que de progressista só tem o nome, é uma das figuras centrais do esquema de corrupção comandado pelo dono do Banco Master. O piauiense Ciro Nogueira está envolvido até a medula com Daniel Vorcaro, cujas ligações acaba de resultar no bloqueio de um avião de R$ 10 milhões registrado no nome do senador. E quem bloqueou? Não foi o Xandão e nem o Flávio Dino, foi o ministro André Mendonça, o “terrivelmente evangélico” indicado pelo então presidente Jair Bolsonaro para o STF e que agora está na relatoria do maior escândalo financeiro da história do Brasil.
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Ciro Nogueira é bolsonarista raiz tanto que foi chefe da Casa Civil do Bozo e era o predileto do Flavio para ser seu vice, espero que o Mendonça atue com firmeza contra o Flavio Bolsonaro no caso BolsoMaster, mas mudando de assunto, outro que está no bico do corvo é o Renam Bolsonaro, mais um Bolsonaro na Justiça: fraude de R$ 4,6 milhões envolve identidade falsa, O processo começou após denúncia do Ministério Público do DF e indiciamento pela Polícia Civil, que transformaram Jair Renan em réu.
Segundo a Polícia Civil, Jair Renan e seu grupo criaram uma “pessoa fictícia”, chamada Antonio Amancio Alves Mandarrari, para obter empréstimos bancários não pagos. A identidade falsa foi usada para abrir conta bancária e empresas de fachada, servindo como “laranja”.
Além disso, os investigadores apontam que documentos e faturamento de empresas de Jair Renan foram forjados, utilizando dados de contadores sem consentimento, para dar respaldo à fraude.
O pai ensinou a lição direitinho para os filhos. Do mais novo ao mais velho, saíram todos afiados igual ao papai. Que família! Não sobra um…..Bolsonaro bom é Bolsonaro preso.
A engenharia para obter vantagens financeiras indevidas parece ser uma marca de família. Investigações detalhadas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) revelaram que o grupo liderado por Jair Renan Bolsonaro, o filho “zero quatro” do ex-presidente, foi longe demais: eles criaram uma “pessoa fictícia” com documentos falsificados para conseguir empréstimos em bancos privados que acabaram em calote.
Como operava a associação criminosa:
O “Laranja” Inexistente: O grupo fez “nascer” a falsa identidade de Antonio Amancio Alves Mandarrari, um cidadão fantasma usado para abrir contas e figurar como proprietário de empresas de fachada.
Faturamento Forjado: Para enganar as instituições financeiras, os investigados falsificaram relatórios fiscais alegando que a empresa de Jair Renan faturava R$ 4,6 milhões.
O Calote: Com o golpe estruturado, conseguiram linhas de crédito e deixaram uma dívida ativa que ultrapassou os R$ 360 mil, usada inclusive para pagar faturas pessoais de cartão.
Embora o “zero quatro” tenha se mudado para Santa Catarina na tentativa de blindar sua imagem pública e construir uma carreira política local, a realidade dos fatos corre na Justiça. Jair Renan virou réu em uma ação penal e responde formalmente pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.
O discurso inflamado de moralidade e “lei e ordem” da família derrete no primeiro cruzamento de dados feito pela polícia.
Ciro Nogueira é bolsonarista raiz tanto que foi chefe da Casa Civil do Bozo e era o predileto do Flavio para ser seu vice, espero que o Mendonça atue com firmeza contra o Flavio Bolsonaro no caso BolsoMaster, mas mudando de assunto, outro que está no bico do corvo é o Renam Bolsonaro, mais um Bolsonaro na Justiça: fraude de R$ 4,6 milhões envolve identidade falsa, O processo começou após denúncia do Ministério Público do DF e indiciamento pela Polícia Civil, que transformaram Jair Renan em réu.
Segundo a Polícia Civil, Jair Renan e seu grupo criaram uma “pessoa fictícia”, chamada Antonio Amancio Alves Mandarrari, para obter empréstimos bancários não pagos. A identidade falsa foi usada para abrir conta bancária e empresas de fachada, servindo como “laranja”.
Além disso, os investigadores apontam que documentos e faturamento de empresas de Jair Renan foram forjados, utilizando dados de contadores sem consentimento, para dar respaldo à fraude.
O pai ensinou a lição direitinho para os filhos. Do mais novo ao mais velho, saíram todos afiados igual ao papai. Que família! Não sobra um…..Bolsonaro bom é Bolsonaro preso.
A engenharia para obter vantagens financeiras indevidas parece ser uma marca de família. Investigações detalhadas da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) revelaram que o grupo liderado por Jair Renan Bolsonaro, o filho “zero quatro” do ex-presidente, foi longe demais: eles criaram uma “pessoa fictícia” com documentos falsificados para conseguir empréstimos em bancos privados que acabaram em calote.
Como operava a associação criminosa:
O “Laranja” Inexistente: O grupo fez “nascer” a falsa identidade de Antonio Amancio Alves Mandarrari, um cidadão fantasma usado para abrir contas e figurar como proprietário de empresas de fachada.
Faturamento Forjado: Para enganar as instituições financeiras, os investigados falsificaram relatórios fiscais alegando que a empresa de Jair Renan faturava R$ 4,6 milhões.
O Calote: Com o golpe estruturado, conseguiram linhas de crédito e deixaram uma dívida ativa que ultrapassou os R$ 360 mil, usada inclusive para pagar faturas pessoais de cartão.
Embora o “zero quatro” tenha se mudado para Santa Catarina na tentativa de blindar sua imagem pública e construir uma carreira política local, a realidade dos fatos corre na Justiça. Jair Renan virou réu em uma ação penal e responde formalmente pelos crimes de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e uso de documento falso.
O discurso inflamado de moralidade e “lei e ordem” da família derrete no primeiro cruzamento de dados feito pela polícia.
Até agora o Mendonça está indo bem no caso BolsoMaster, espero que continue assim.