Moro comete gafe. Sim, mas e daí? Gafe é uma constante em se tratando do “conjo”, na boca do qual o vernáculo apanha de relho. Mas dessa vez ele excedeu na sua compulsão pela gafeologia : confundiu o gentílico “parnanguara” com povos imdígenas. Quando uma repórter perguntou o que ele achava da relação dos parnanguaras com o Porto de Paranaguá o pré-candidato a governador do Paraná saiu-se com essa: “Ora, tem que preservar os direitos da população indígena, mas preservar esses direitos não deve ser um empecilho ao crescimento econômico. O porto precisa ser ampliado, a gente precisa criar outros portos no Paraná”. É bem típico de quem não consegue juntar lé com cré.