Água no chopp

O primeiro nome era Tarcísio de Freitas, o segundo, Ratinho Júnior. Mas nenhum dos dois será herdeiro do bolsonarismo, que o próprio Bolsonaro entregou de mão beijada para o filho Flávio, o da rachadinha. Mesmo que o Bozzo optasse por um dos dois governadores, o de São Paulo iria ter muita dificuldade de provar que nunca teve envolvimento com o caso do Banco Master e, ainda que de forma indireta, com o PCC. Quanto a Rainho, uma novem negra paira sobre sua cabeça. É o escândalo da Sanepar, a semi-estatal, cujos funcionários de cargos comissionados estariam tendo que pagar “dízimo” para cobrir dívidas de campanha eleitoral do grupo político do governador. Pelo visto, vai entrar ága no chopp de Jota Erre.