A Assembleia Legislativa entrega amanhã título de cidadão honorário do Paraná ao inelegível. Vergonhoso!
Messias
O cagadaço
O Jornal O Globo teve acesso a uma mensagem de WhatsApp do ex-procurador Deltan Dallagnol a um advogado amigo, mostrando-se desesperado com a aprovação de Flávio Dino para o STF. Eu, ehim!
Enquanto isso, Sérgio Moro é tido por bolsonaristas como suspeito de ter votado em Dino. E para evitar retaliação promete não revelar o voto que deu na sabatina.
Votaram por mais imposto
Os deputados estaduais por Maringá, Do Carmo e Soldado Adriano José votaram a favor do aumento de ICMs proposto pelo governador Ratinho Júnior. Se disputarem as eleições de prefeito ano que vem serão cobrados pelos adversários e criticados nas ruas. Jacovós deu uma de João sem braço e se absteve. A omissão também gera um preço a ser pago por quem busca votos.
O aumento eleva também as taxas sobre energia elétrica, serviços de comunicação, água mineral e bebidas alcoólicas. Curioso observar é que o governador Ratinho Júnior arrocha o consumidor com mais impostos e beneficia grandes empresas com renúncias fiscais que podem chegar a R$ 12 bilhões.
Kassab dá uma rasteira em Jota Erre
O dirigente partidário Gilberto Kassab acaba de anunciar que o PSD está definitivamente na base do presidente Lula no Congresso Nacional. Significa dizer que o sonho de concorrer à sucessão presidencial fica mais distante para o governador do Paraná, Ratinho Jr , que disputa com Tarcísio de Freitas, de São Paulo, o espólio bolsonarista da extrema-direita.
Dino mata a pau e Moro baba
Flávio Dino deu um show de cultura geral (inclusive religiosa) e conhecimento jurídico na sabatina de hoje no Senado. A bancada bolsonarista estava preparada para “jantar” o ministro e acabou trucidada por ele. Magno Malta, que se diz pastor de grande conhecimento teológico, sucumbiu à aula de Bíblia que lhe deu o homem que ele insistiu o tempo todo ser “um comunista juramentado”. Sérgio Moro estava com as garras afiadas para pegar o indicado de Lula ao STF no contrapé. Acabou se rendendo à capacidade argumentativa do ex-colega de magistratura e o abraçou. A foto do abraço repercutiu imediatamente nas redes sociais e deixou Bolsonaro e seus seguidores putos da vida com o ex-juiz da Lava Jato.
Deputada Gleisi, ouça Leandro Fortes
O Paraná pode ser palco de uma guerra encarniçada ente duas mulheres , na eventual disputa da vaga de Sergio Moro para o Senado, caso realmente ele venha a ter seu mandato cassado. Jair Bolsonaro está trazendo a esposa Michele para disputar a provável eleição extra , tendo a deputada federal Gleisi Hofmman, do PT, como grande e preferencial adversária. Acho, portanto, que a cúpula do Partido dos Trabalhadores, que tem Gleisi como presidente nacional, deve ouvir com atenção o experiente jornalista político Leandro Fortes.
Fortes acha que Michele Bolsonaro vem com tudo, para confrontar Gleisi nas pautas de costume, terreno em que a ex-primeira dama nada de braçada. Gleisi, portanto, não pode entrar na areia movediça do debate rasteiro que o bolsonarismo deverá propor. Fortes adverte em live na TV Forum, que a extrema direita navega com desenvoltura no campo da estupidez humana, se amalgama na escória da sociedade e se blinda nos púlpitos das igrejas pentecostais, onde a plateia é acrítica.
Caso Gleisi queira mesmo ganhar esse debate, se é que ele existirá de fato, terá que incursionar pelo terreno do Código Penal, explorando os crimes de que a ex-primeira dama era acusada e deixando de lado a questão da infidelidade insinuada pela petista.
Os dois em Curitiba
Lula vem quinta e Bolsonaro sexta . Um vem assinar contratos do programa Itaipu Mais que Energia , que garantirá repasse de verbas para prefeitos e o outro, para receber um título de cidadania que, de certa forma, causa constrangimento ao Paraná. Só lembrando que Bolsonaro articula a mudança da esposa Michele para Curitiba, para que ela concorra à vaga que muitos acreditam que Moro deixará no Senado, devido a uma provável cassação pelo Tribunal Regional Eleitoral.
Lá como cá
Uma revista chamada CRISIS montou um sistema de checagem da violência sistematizada , incutida no discurso e nas ações da direita argentina liderada pelo presidente eleito e hoje empossado, Javier Milei. A constatação é de que há uma força agressiva no país, que se alia à proposta libertária para depois que chegar ao poder, mudar de tática e passar a fazer de tudo para inibir a insatisfação popular.
Bem, nós otros já sabemos como é isso. Nada diferente do que foi protagonizado no Brasil pelo bolsonarismo ,que impôs durante 4 anos à sociedade brasileira , por meio do seu discurso de ódio, uma cultura da violência. Uma cultura que muitas vezes foi materializada através de assassinatos, como o do petista Marcelo Arruda em Foz do Iguaçu e das cenas de barbárie registradas na capital federal em três oportunidades, no final e no logo após o término do mandato de Jair Messias Bolsonaro.
Ele já começa afrontando o bom senso
O novo presidente da Argentina toma posse daqui a pouco e, como é da índole da extrema-direita, já começa desrespeitando as instituições do seu país antes mesmo de entrar na Casa Rosada. Segundo a imprensa argentina, Milei vai fazer seu primeiro discurso de costas para o Congresso , quebrando uma tradição de décadas. Bem, ele é do time de Donald Trump e Jair Bolsonaro. Não precisa dizer mais nada, precisa?
Um beatle é sempre um beatle. Ainda mais, Paul
Paul McCartney passou novamente pelo Brasil e encantou multidões. Sus turnê Got Back foi um arraso. No show que lotou o Alianz Parque, o velho beatle levou a plateia ao delírio . A crítica musical Fernanda Talarico, escreveu: “Assistir a Paul McCartney fazendo um show para um Allianz Parque lotado em São Paulo é como presenciar uma missa…são milhares de pessoas unidas para ver de perto um enviado de Deus. Um ídolo tão iluminado que hipnotiza e, mesmo com décadas de carreira, ainda consegue emocionar e carregar multidões”.





