Esta manhã me peguei a pensar sobre o que aconteceu no Brasil a partir de 30 de outubro de 2022. Lembrei , por exemplo , das concentrações em frente aos quarteis do Exército; pensei na tentativa de invasão à sede da Polícia Federal em Brasília; no vandalismo com incêndio de ônibus na véspera da diplomação do presidente eleito ; pensei na tragédia que seria a explosão daquele caminhão tanque com 60 mil litros de querosene de aviação dentro do aeroporto da capital federal; pensei nos mais de 500 bloqueios em rodovias federias, principalmente no Nordeste, para impedir o deslocamento de eleitores nos segundo turno; pensei naquilo que disse a senadora Liziane Gama, de que o Jorge Washington , o da bomba, planejou vários atentados em Brasília, inclusive contra estações de tratamento de água.
Enfim, pensei no horror que foi o 8 de janeiro na Praça dos Três poderes, com detonação dos prédios do Congresso Nacional, do Supremo e do Palácio do Planalto. Ai conclui, com um misto de alívio e amargura: o que seria do nosso Brasil hoje caso, pelo voto ou pelo golpe, Bolsonaro continuasse na presidência? O que o seu ajudante de ordem , tenente-coronel Cid já revelou , incrimina Bolsonaro de tal maneira, que num país sério ele não escaparia de jeito nenhum da cadeia. A história vai mostrar com mais clareza que o Brasil teve um herói nesse período, cuja atuação, dentro das quatro linhas, nos livrou de um novo período de trevas. Esse personagem atende pelo nome de Alexandre de Moraes.





