Eduardo Bolsonaro deixou de lado o seu mandato de deputado federal e foi para os Estados Unidos falar mal do país e conspirar contra a democracia brasileira. Medo de ser preso? Não só . Ele pode ter ido também preparar uma eventual fuga do pai, que deve virar réu na semana que entra, com o julgamento do processo da tentativa de golpe na 1ª. Turma do STF.
Todo mundo se pergunta: Eduardo Bananinha vai viver de que na América do Norte? O bem informado correspondente internacional Jamil Chade matou a charada, num artigo publicado hoje no portal UOL. Informa Chade que Eduardo tem seu endereço em uma bela casa na cidade de Arlington, Texas. Lá funciona uma holding, da qual ele é um dos três sócios. Os outros dois sócios ocuparam cargos importantes no governo do seu pai . Um deles chegou a gerir um orçamento de R$ 600 milhões na Secretaria de Fomento de Incentivo da Cultura, dinheiro proveniente da Lei Rouanet, que Jair Bolsonaro tanto criticava.

Excelentíssimo deputado licenciado, Eduardo Bananinha:
Venho através dessa reforçar que o nobre parlamentar encontra-se coberto de razão em sua afirmação de que o diretor de “Ainda estou aqui”, Walter Salles, “é um psicopata cínico, que realizou uma obra sobre uma ditadura inexistente e aplaude a prisão de inocentes, desrespeitando a liberdade de expressão”.
“Walter Salles, o psicopata, rodou “Terra Estrangeira”, sobre os efeitos nefastos do plano Collor na população brasileira. Plano que, todos sabemos, jamais existiu, fruto de uma mente desequilibrada psiquicamente. Rodou também “Linha de passe”, sobre os extenuantes sacrifícios de mulheres que sozinhas criam seus filhos, coisa que, como sabemos, inexiste no Brasil, pátria garbosa repleta de famílias agregadas e bem ajustadas, onde 100% dos pais não só jamais abandonam o lar como ajudam na criação e na formação dos rebentos. Onde já se viu? Eu, por exemplo, sou uma exceção. Escolhi criar meu filho sozinha porque acho um luxo ser mãe solo. É muito lindo ganhar presente no Dia dos Pais e, claro, para ser chamada carinhosamente de “pãe”. Walter Salles rodou também “Central do Brasil”, que mostra um país que só existe na cabeça de um psicopata. Um país amplo, diverso, de pessoas desassistidas mas que sabem que, juntando forças, conseguem refazer o caminho até suas origens e se reconectar com seus entes queridos. Olha o delírio, deputado. Aliás, o senhor não deve ter visto nenhum desses filmes, já que o ato em si significa absorver cultura, coisa que o nobre deputado licenciado obviamente não consome.
“Ainda estou aqui” é um filme sobre uma ditadura inexistente”. A tal Comissão da Verdade, abalizada por organismos internacionais, também formados por psicopatas, e a própria CIA, essa totalmente comunista, como diria Fernanda Torres (que ,aliás, só ganhou o Globo de Ouro, porque a Globolixo pagou), em um relatório entregue ao então secretário de estado americano Henry Kissinger, confirmou o acordo entre a presidência da república do Brasil e seus comandos de segurança pra prosseguir no plano de eliminação de opositores do regime. Tudo balela.
Finalmente, nobre deputado licenciado Bananinha, o cineasta estaria “aplaudindo a prisão de inocentes e coitados que foram lá apenas vandalizar, quebrar, estilhaçar, incendiar e, por fim, defecar nas dependências dos Três Poderes, aliás servindo de força de manobra pra um plano que visava não só impedir a posse do presidente eleito democraticamente como também assassiná-lo e a um dos ministros do STF. Coisa à toa. E note, deputado, que esses “inocentes” estão sendo julgados com direito de defesa feita por advogados devidamente constituídos e não como mostra o fictício e fantasioso “Ainda estou aqui”, pra se submeterem a tortura e assassinato.
Por fim, V. Exa., deputado Eduardo Bananinha, não posso deixar de dizer que admiro sua força, sua determinação e extrema coragem em fugir. Ainda não sabemos exatamente do quê, mas isso não tem importância. Tem gente dizendo que V. exa. foi cuidar de uma holding no Texas, mas não se apoguente, são todos psicopatas também.
E finalizo por me desculpar pelo pejorativo termo que utilizo na nominação de sua pessoa. Peço portanto escusas à banana, fruta altaneira, que não só simboliza a riqueza natural do país como já foi ícone internacional de representatividade e que não merece estar atrelada a nomes oriundos de certas estirpes. Seria no mínimo uma degradação horticultural.
O povo brasileiro está esperando até agora ele entregar o. Pendrive que ele tanto falou. Quando à imprensa pegou ele lá na copa do mundo no katar. E os Trouxas dos bolsonarista caíram na conversa fiada. Que ele falou. Ele tem medo também se ele voltar para O Brasil. Ter o passaporte dele apreendido. Está familicia é um perigo. Tanto aqui no Brasil. Ou também no exterior.
A Câmara Federal tem o dever moral civil criminal constitucional patriótico. De cassar esse canalha. E a policia federal deve tem de prender em flagrante delito por crimes contra a soberania nacional.