“O mercado está cada vez menos interessado no diploma, a graduação tem cada vez menos relevância, pois a competência é que o mercado realmente considera relevante. O que o mercado quer saber é quais são suas habilidades, se o bom funcionário se comunica bem, em Português e em outras línguas, se ele sabe interagir bem com o público alvo da empresa. E esse o profissional que o mercado quer e não está nem aí para o diploma superior”.
Tal conceito, emitido em palestra do governador de São Paulo e presidenciável Tarcísio de Freitas, que viralizou na internet, é manifestação grave de um gestor público de grande relevância contra o ensino superior. Ele é um dos defensores da militarização da escola pública de nível médio. Faz parceria com Ratinho Júnior, do Paraná, outro presidenciável, que demonstra total desapreço pela escola pública.
Para o governador do Paraná, a privatização é a solução mágica para a melhora do ensino no país. Isso revela, de pronto, a insensibilidade e a incompetência do governador para melhorar o ensino público estadual, que é sua atribuição. O pano de fundo desse discurso hipócrita é a educação como mercadoria e com objetivo claro, do lucro. Tal projeto que jogaria no chão o nível do ensino no estado, barrando o acesso de crianças e adolescente pobres a uma educação de qualidade , tem o objetivo claro e cristalino de segregar e estratificar o sistema educacional, tudo dentro da lógica da pedagogia do caos.

Maringá está cheio de gente pobre remediada que pensa que é classe média, pergunte para eles se querem que seus filhos estudem numa escola cívico militar ou privatizada? claro que não, não conseguem colocar seus filhos em colégios TOPs como Marista, Santo Inácio mas colocam em particulares, colégios cívicos militares ou privatizada é só para os trabalhadores pobres, colégio cívicos militares ou privatizada nos olhos dos outros é refresco kkkkkkk.