Em algumas capitais está começando agora, em outras será à tarde, depois das 14h. Este domingo é o dia do grito contra a violência doméstica , de repúdio ao machismo e à ignorância masculina, que leva ao feminicídio de milhares de mulheres brasileiras. O que fazer contra essa onda de violência que infelicita tantas famílias em nosso país? Endurecer a pena de agressores e assassinos? Isso é pouco e não contém o ímpeto dos facínoras. É preciso que a sociedade grite por políticas públicas de prevenção e de conscientização de homens que agridem e matam, de mulheres que se calam ante as ameaças. É urgente que se mude o rumo da prosa no seio familiar e arranquemos com a mão do tempo a cultura machista da cabeça das crianças de hoje e que serão os adultos de amanhã. O Brasil não pode mais conviver com tanta tragédia e muito menos normalizar a barbárie.

Concordo plenamente!
O país não pode seguir insensível ao absurdo da violência contra mulheres. No Brasil, uma mulher é morta por um homem a cada 6 horas. São 4 assassinatos por dia, 120 por mês, mais de 1.400 mortes por ano. Basta! É preciso lutar contra o machismo, reeducar os homens, garantir a segurança das mulheres ameaçadas e principalmente dar voz às mulheres na proposição e execução de políticas públicas.
O aumento do feminicídio no Brasil explodiu quando um sujeito disse para uma deputada que ela não merecia ser estrupada pois era feia, em abril de 2017, Bolsonaro afirmou que teve uma filha após ter tido quatro filhos porque deu “uma fraquejada”. Durante palestra no Clube Hebraica.
Em abril de 2019, Bolsonaro gerou polêmica ao se mostrar contrário à vinda de turistas do público LGBTQI+ para o Brasil. Durante o declaratório, ele se mostrou favorável ao turismo sexual com mulheres. “Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade”. A frase foi considerada homofóbica e machista.
Ao longo do mandato, Bolsonaro proferiu frases machistas a jornalistas que cobrem o seu mandato. Em um dos episódios mais lembrados, ele usou de ironia para responder às denúncias feitas pela jornalista Patrícia Campos Mello, sobre possíveis irregularidades na sua campanha eleitoral. O presidente afirmou que a profissional “queria dar o furo”.
Perfeito!