É notório que o Supremo Tribunal Federal tornou-se alvo preferencial da extrema-direita, cujo discurso é movido e alimentado por uma rede de fak news, impulsionada a partir de um novo gabinete do ódio. O que esse espectro político tenta com frequência espantosa é desacreditar o poder judiciário, fazendo do STF um inimigo fictício da nação. Não precisa ser operador do Direito pra saber que a Suprema Corte é guardiã da Constituição da República e que sua fragilização fere de morte a democracia.
E a quem interessa matar a democracia brasileira? É quase uma obviedade: interessa ao mesmo grupo que tentou no final de 2022 e início de 2023 e só não conseguiu no 8 de janeiro porque não teve o apoio de duas das três armas – o Exército e a Aeronáutica. Quem já teve a oportunidade de ler o best- seller Como as Democracias Morrem não subestima o perigo que essas investidas representam. É importante que prestemos muita atenção em Caetano Veloso, quando ele canta:
“Atenção para o refrão : é preciso estar atento e forte, não temos tempo de temer a morte”.
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