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O efeito bumerangue de um relatório nefasto

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O relatório da CPMI do INSS, produzido pelo relator, deputado bolsonarista Alfredo Gaspar, envergonha o parlamento brasileiro. Gaspar mostrou obsessão pelo indiciamento de Lulinha e deixou de  fora gente como Zetel, o financeiro de Vorcaro que , via Banco Master,  faturou bilhões com descontos indevidos dos aposentados. Deixa fora também um dos personagens centrais do esquema criminoso, o ministro da Previdência do governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, entre outras figuras de proa do bolsonarismo. Felizmente foi rejeitado e o relator ainda está na mira da Polícia Federal por suspeita de estupro de vulnerável. Quanto ao presidente da CPMI, senador Carlos Viana, dizem que “congrega” na igreja da Alagoinha do André Valadão e é suspeito de envolvimento direto no escândalo Master.

Quanto a Lulinha, que foi transformado pelo bolsonarismo em bode expiatório , para atingir o presidente  Lula, ele teve seus sigilos bancário e telemático quebrados em janeiro pelo ministro André Mendonça. Não consta que a PF tivesse encontrado algo errado. Tanto que nem foi convocado ainda para depor. Agora, vão dizer que Mendonça, o “terrívelmente evangélico” indicado por Bolsonaro para o STF, estaria blindando o filho de Lula?

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