Síndrome de Estocolmo é um estado psicológico em que a vítima desenvolve laços afetivos com seu algoz. Vamos lembrar então que enquanto presidente durante a pandemia, Jair Bolsonaro zombou de pessoas morrendo sem ar e resistiu o quanto pode para não comprar vacina e enfiar cloroquina no povo. O resultado desse comportamento genocida foram 700 mil mortos e a constatação de que se a vacina tivesse chegado no tempo certo , pelos menos metade das pessoas que perderam a vida para o coronavírus teria sido salva.
Some-se a tais gestos de insanidade, o fato de que Bolsonaro foi um presidente que não presidiu, tramou golpe o tempo todo e entregou o governo a Paulo Guedes e grande parte do orçamento da União ao presidente da Câmara Federal Arthur Lira.
Apesar de tudo isso e mais o fato de ser um presidente que não sabia juntar lé com cré, Jair Messias Bolsonaro é adorado por uma parcela considerável da população brasileira. E pior, transfere o resultado dessa relação afetiva para o filho Flávio, de igual naipe. Com o bolsonarismo vivo, Flávio tem chances reais de chegar a presidência da república e sem procurar esconder sua intenção de dinamitar a democracia brasileira, já que externa seu desejo golpista dia sim e dia também.
Bolsonaro é um ser maligno, sulfuroso e demoníaco, responsável pelo seu negacionismo, atraso na compra de vacinas, incentivar remédios sem comprovação cientifica, por pelo menos 300 mil mortes no Brasil na pandemia, um ser que respira ódio e que é seguido por uma legião de zumbis odiosos e que estão alojados principalmente nas igrejas evangélicas pentecostais, são seres que pregam totalmente o contrario que Jesus pregou que é o amor, eles criaram um “Deus” próprios deles que vai totalmente ao contrário dos ensinamentos de Jesus, um “Deus” que está a serviço de satanás.