O quadro eleitoral de Maringá começa a querer tomar forma. Já tem Silvio Barros, mas como Ricardo fez L, não será surpresa se ele tirar o pé da sucessão municipal, inclusive com a desistência do irmão Silvio, visando facilitar as coisas para um candidato progressista, que pode ser Humberto Henrique, de volta ao PT. Quanto a Ulisses Maia, resta saber se ele está disposto a abraçar a candidatura Scabora, ou apenas fará com o seu vice o que Silvio Barros (pai) fez com o secretário de serviços públicos, Antônio Assunção, no pleito de 1976.
Esse quadro, que , é hipotético, evidentemente, coloca na cena política local como protagonistas dois nomes eleitoralmente viáveis: Wilson Quinteiro e Homero Marrchesi, esse como representante máximo da extrema direita local. Se souber trabalhar e fugir da característica insípida e inodora de candidaturas anteriores, Quinteiro terá chance de chegar ao segundo turno .




