Não há defesa plausível para o ataque do Hammas ao Sul de Israel. Mas também não há defesa justificável para o massacre que não é de hoje o exército israelense promove na Faixa de Gaza contra o povo palestino, onde cerca de 2 milhões de pessoas vivem numa prisão a céu aberto, privado de liberdade e até de produtos básicos à sobrevivência humana.
Desde 2005 o Hammas ocupa o território que Israel tinha tomado na Guerra dos Seis Dias em 1967, se retirando unilateralmente 8 anos depois, o que possibilitou a dominação da área pelo grupo radical de orientação sunita. O grupo extremista fez com que toda uma geração de jovens crescesse odiando Israel, que nos últimos anos tem feito de tudo para justificar esse ódio. Portanto, os ataques de hoje, não surpreenderam o Oriente Médio, surpreenderam apenas a mídia ocidental que continua criminalizando o povo palestino e vitimizando o seu algoz.




