A intervenção de Sérgio Moro na eleição em Maringá é o sinal do acordo Ricardo Barros e o juiz para 2026 ?
. Blog do Zé Beto
A intervenção de Sérgio Moro na eleição em Maringá é o sinal do acordo Ricardo Barros e o juiz para 2026 ?
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Quem diz isso não é nenhum esquerdista e nem o próprio maduro, é o jornalão americano Washington Post: “ As sanções dos EUA contra o setor de petróleo da Venezuela contribuíram para uma das mais graves contrações econômicas já registradas em tempo de paz, significativamente mais grave do que a Grande Depressão. Em decorrência disso, mais de 7 milhões de venezuelanos foram levados a fugir do país, desencadeando a maior crise de migração do hemisfério ocidental”.
Bolsonaro está enfurecido com a direção do PL por insistir numa pré-candidatura de Michele para presidente da república em 2026. Ele já tinha manifestado esse desejo lá atrás, mas os filhos, principalmente Carlos, não engolem a madrasta. Devem estar buzinando na orelha do pai, que se Michele chegar à presidência, ele Jair, vira pó na cena política brasileira.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro disse em sua conta no X que os demais países da América do Sul e os Estados Unidos precisam encontrar uma saída negociada a pacífica para ajudar a Venezuela a encontrar o caminho da paz interna. A eventualidade de um conflito armado de grandes proporções no país, pode se propagar por todo o continente e isso é muito perigoso. De fato, esta é uma situação preocupante, mas enquanto os EUA estiverem tentando fritar Maduro e endeusar uma oposição rastaquera e entreguista, Caracas continuará um barril de pólvora.
Dá, literalmente, para contar nos dedos da mão o número de candidatos a prefeito de Maringá este ano. Serão cinco, sendo que o último, confirmado nesta segunda-feira, é desconhecido do eleitorado. Mas em política tudo pode acontecer, inclusive nada. O pastor José Aparecido Santos teve seu nome homologado ontem pelo Mobiliza (ex-PMN). Silvio Barros II, Humberto Henrique, Evandro, pastor José e Scabora, são os nomes que o maringaense tem pra hoje.
Durante o regime militar um presidente general ordenou que as grandes empresas brasileiras colocassem para fora dos seus quadros todo e qualquer funcionário identificado como comunista. O jornalismo da Rede Globo de Televisão estava cheio deles, porque o todo poderoso Roberto Marinho sabia que era exatamente naquelas cabeças vermelhas que estava a competência. Por isso não obedeceu a ordem e mandou dizer aos ocupantes do Palácio do Planalto e da Esplanada dos Ministérios: “Vocês cuidam dos seus comunistas que dos meus cuido eu”.
Ricardo Barro usou de toda a sua astúcia pra colocar a filha Maria Vitória como vice na chapa do favorito Eduardo Pimentel a prefeito de Curitiba. Corre nos bastidores que tem dedo do governador Ratinho Júnior nesse insucesso de Ricardo. Como também teria na fracassada tentativa da deputada Maria Vitória chegar à 1ª. Secretaria da Assembleia Legislativa. Encerradas as negociações com a chapa de Eduardo, Ricardo decidiu fazer o PP homologar a candidatura da filha a prefeita da capital.
Atuando em várias frentes, Ricardo José Magalhães Barros centrou fogo nas articulações que podem levar o irmão Silvio ao terceiro mandato de prefeito de Maringá. E como prefere uma nomeação à disputa eleitoral, ainda trabalha pelo menor número de candidatos possíveis na cidade. Entre os desistentes, estão nomes viáveis como Jacovós, Wilson Quinteiro, iludido com a perspectiva de ser vice de Silvio e mais recentemente, Do Carmo, defenestrado por Sérgio Moro. Lembrando mais uma vez que dias antes de Moro vetar a candidatura de Do Carmo, ele teve um encontro com Barros.
A disputa pela prefeitura de São Paulo estava só entre Guilherme Boulos e o atual prefeito Ricardo Nunes, o primeiro apoiado por Lula e o segundo por Bolsonaro. Mas aí entra a figura de um Insider chamado José Luiz Datena para embolar o jogo. O apresentador de programa policial em rede nacional de televisão está tecnicamente empatado com Boulos e Nunes, de acordo com pesquisa da Quest.
“Fui sim vítima de racismo por sua parte. E mais uma vez o senhor quis transformar o molequinho, o negrinho de vila, em delinquente e marginal. Mas comigo o senhor não vai fazer”.
Muito magoado, por ter vetada sua candidatura a prefeito de Maringá e por ser taxado de ex-policial corrupto por Sérgio Moro, o deputado estadual Do Carmo, chama Sérgio Moro de traidor, de ter traído Bolsonaro e principalmente o senador Álvaro Dias, ” que lhe sustentou politicamente por vários anos”. E desanca: “Não fui eu que transferiu mais de R$ 1 milhão pra conta do meu suplente de senador; não fui eu, senador Moro, que traiu o povo brasileiro votando no Dino e não sou eu que vai trair o povo maringaense com a confusão que o senhor quer fazer agora para justificar o seu ato. Tenha coragem e fale a verdade para o povo paranaense , limpe o seu histórico de traição”.
Mas essa guerra não deve acabar aqui. Teve réplica e terá tréplica, com certeza. È bom que assim seja, porque o maringaense pode ficar sabendo mais do que já se sabe sobre ambos, principalmente sobre Sérgio Moro, que virou uma espécie de defensor da moral política, mas a que restou provado pela a Operação Spoofing que não é nada disso. Além dessa operação que pôs a nu a Lava Jato e toda a República de Curitiba, há sob e cabeça de Sérgio Moro a espada de Tony Garcia, que levou ao STF um dossiê sobre a atuação do ex-juiz da 13a. Vara Federal da capital paranaense e hoje senador.
Acabou a farra do orçamento secreto, que permitia entre outras coisas, deputados de um estado enviar dinheiro, via pix para outros estados. O ministro Flávio Dino do STF declarou inconstitucional o orçamento secreto, que foi um escândalo da relação Câmara dos Deputado-Governo Federal até até 2022. Entre ao deputados que enviaram emenda pix pra fora do Paraná está o sargento Fahur, que utilizou recursos de emenda para mandar R$ 150 mil para custeio de serviços de assistência hospitalar e ambulatorial (Fundo Nacional de Saúde) a uma instituição de Barretos (SP). O entendimento de Dino é de que deputados e senadores só poderia destinar emendas para estados pelos quais se elegeram.