O bolsonarismo é uma doença de pessoas satânicas e sulfurosas, composta principalmente por fariseus falsos cristãos, Bozo e seu Gabinete do Ódio (chefiado pelos 4 filhos) passaram os 4 anos de Governo arquitetando o golpe, para se perpetuarem no poder (filhos e amigos seriam presidentes, ministros, etc.), mas, nem com todas as “bondades eleitoreiras”, maracutaias de todo tipo e rezas de Micheque, o incompetente conseguiu se reeleger. É um “mico”, e um “covarde e despreparado”, rumo para sentar no colo de satanás.
O que é o bolsonarismo? é o que defende mais sofrimento a trabalhadores e aposentados e se aliou a Trump contra o Brasil no tarifaço
Paulo Guedes, ministro da Economia do golpista condenando, Jair Bolsonaro, afirmou, em inglês, assim que chegou ao governo, em 2019, que seu plano era vender tudo o que existia no Brasil para os estrangeiros. “Vou vender a Petrobrás. Vou entregar o Banco do Brasil para o Bank of América e a Embraer para a Boeing”, disse ele a especuladores internacionais em regozijo.
DESTRUIÇÃO DO PATRIMÔNIO
Foi ele também que falou em colocar uma granada no bolso dos servidores públicos e demitir em massa. Foi também no governo Bolsonaro que o salário mínimo ficou congelado por quatro anos e as verbas do “Farmácia Popular” e da merenda escolar foram draconianamente cortadas. Direitos de aposentados e assalariados foram simplesmente retirados.
É certo que a pressão popular impediu que o plano destrutivo do bolsonarismo fosse colocado integralmente em prática. A privatização da Petrobrás foi barrada, mas Jair Bolsonaro conseguiu vender as refinarias, gasodutos, a Liquigás e a BR Distribuidora. Agora, com a agressão dos EUA e Israel ao Irã e a alta do petróleo, a distribuição privatizada atrapalha o combate à especulação desenfreada nas bombas de gasolina e diesel.
Eles também não conseguiram vender o Banco do Brasil e a Embraer, como era o plano. A entrega da Embraer foi barrada no último momento. E hoje ela é uma campeã de exportações do país. Mas, já a Eletrobrás, maior empresa de energia da América Latina, foi vendida na bacia das almas. Como era esperado, as tarifas de energia para a população e para a indústria já está nas alturas e não para de escalar. Só em 2026 elas vão subir o dobro da inflação.
Em 2022, depois de Bolsonaro e seu obscurantismo e ignorância provocarem a morte de mais de 700 mil pessoas na pandemia, o povo deu um basta, não só em seu governo, mas também neste plano de destruição do país alimentado pelo clã Bolsonaro. O Brasil derrotou o golpe fascista e elegeu Lula para presidente. A expectativa era de reconstrução da economia, melhora da vida e aceleração do crescimento. Muita coisa foi reconstruída. Mas o desastre da política neoliberal e entreguista de Temer e do bolsonarismo foi e continua sendo muito grande. Há muito trabalho para avançar na reconstrução nacional.
O governo Lula deu passos significativos. Ele reconstruiu os programas sociais fechados pelo bolsonarismo, descongelou o salário mínimo e retomou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o mesmo que tinha sido iniciado em seus mandatos anteriores. Mas, o fato é que parte dos freios neoliberais – que tiveram curso livre durante o bolsonarismo – ainda se mantiveram em algum grau na atual governo e dificultaram um crescimento mais acelerado..
Este é o plano do fascismo bolsonarista. Querem também Bajular Trump, à imagem e semelhança do capacho argentino, Javier Milei. Este até já ofereceu tropas para socorrer Trump em sua agressão ao Irã. Alguns capachos daqui já se anteciparam e estão querendo entregar as terras raras do pais agora a Trump. Se depender deles, vão manter os juros nas alturas, cortar investimentos, reduzir salários e direitos e aumentar a carga de trabalho. Demagogos que são, chamam esse ataque aos trabalhadores e aposentados do Brasil de “liberdade econômica”. Eles só não falam que é liberdade para os de cima e escravidão e sofrimento para os de baixo.
Os bolsonaristas são traidores do Brasil. Eles apoiaram os ataques de Trump contra os produtos brasileiros. Ficaram contra o Brasil e a favor da Casa Branca. Nunca se viu uma traição tão desavergonhada como esta da família Bolsonaro. Essa traição é tão escandalosa que o irmão de Flávio, Eduardo, conhecido por “bananinha”, abandonou o mandato e foi até morar nos EUA para conspirar de lá contra o Brasil.
O bolsonarismo é uma doença de pessoas satânicas e sulfurosas, composta principalmente por fariseus falsos cristãos, Bozo e seu Gabinete do Ódio (chefiado pelos 4 filhos) passaram os 4 anos de Governo arquitetando o golpe, para se perpetuarem no poder (filhos e amigos seriam presidentes, ministros, etc.), mas, nem com todas as “bondades eleitoreiras”, maracutaias de todo tipo e rezas de Micheque, o incompetente conseguiu se reeleger. É um “mico”, e um “covarde e despreparado”, rumo para sentar no colo de satanás.
O que é o bolsonarismo? é o que defende mais sofrimento a trabalhadores e aposentados e se aliou a Trump contra o Brasil no tarifaço
Paulo Guedes, ministro da Economia do golpista condenando, Jair Bolsonaro, afirmou, em inglês, assim que chegou ao governo, em 2019, que seu plano era vender tudo o que existia no Brasil para os estrangeiros. “Vou vender a Petrobrás. Vou entregar o Banco do Brasil para o Bank of América e a Embraer para a Boeing”, disse ele a especuladores internacionais em regozijo.
DESTRUIÇÃO DO PATRIMÔNIO
Foi ele também que falou em colocar uma granada no bolso dos servidores públicos e demitir em massa. Foi também no governo Bolsonaro que o salário mínimo ficou congelado por quatro anos e as verbas do “Farmácia Popular” e da merenda escolar foram draconianamente cortadas. Direitos de aposentados e assalariados foram simplesmente retirados.
É certo que a pressão popular impediu que o plano destrutivo do bolsonarismo fosse colocado integralmente em prática. A privatização da Petrobrás foi barrada, mas Jair Bolsonaro conseguiu vender as refinarias, gasodutos, a Liquigás e a BR Distribuidora. Agora, com a agressão dos EUA e Israel ao Irã e a alta do petróleo, a distribuição privatizada atrapalha o combate à especulação desenfreada nas bombas de gasolina e diesel.
Eles também não conseguiram vender o Banco do Brasil e a Embraer, como era o plano. A entrega da Embraer foi barrada no último momento. E hoje ela é uma campeã de exportações do país. Mas, já a Eletrobrás, maior empresa de energia da América Latina, foi vendida na bacia das almas. Como era esperado, as tarifas de energia para a população e para a indústria já está nas alturas e não para de escalar. Só em 2026 elas vão subir o dobro da inflação.
Em 2022, depois de Bolsonaro e seu obscurantismo e ignorância provocarem a morte de mais de 700 mil pessoas na pandemia, o povo deu um basta, não só em seu governo, mas também neste plano de destruição do país alimentado pelo clã Bolsonaro. O Brasil derrotou o golpe fascista e elegeu Lula para presidente. A expectativa era de reconstrução da economia, melhora da vida e aceleração do crescimento. Muita coisa foi reconstruída. Mas o desastre da política neoliberal e entreguista de Temer e do bolsonarismo foi e continua sendo muito grande. Há muito trabalho para avançar na reconstrução nacional.
O governo Lula deu passos significativos. Ele reconstruiu os programas sociais fechados pelo bolsonarismo, descongelou o salário mínimo e retomou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o mesmo que tinha sido iniciado em seus mandatos anteriores. Mas, o fato é que parte dos freios neoliberais – que tiveram curso livre durante o bolsonarismo – ainda se mantiveram em algum grau na atual governo e dificultaram um crescimento mais acelerado..
Este é o plano do fascismo bolsonarista. Querem também Bajular Trump, à imagem e semelhança do capacho argentino, Javier Milei. Este até já ofereceu tropas para socorrer Trump em sua agressão ao Irã. Alguns capachos daqui já se anteciparam e estão querendo entregar as terras raras do pais agora a Trump. Se depender deles, vão manter os juros nas alturas, cortar investimentos, reduzir salários e direitos e aumentar a carga de trabalho. Demagogos que são, chamam esse ataque aos trabalhadores e aposentados do Brasil de “liberdade econômica”. Eles só não falam que é liberdade para os de cima e escravidão e sofrimento para os de baixo.
Os bolsonaristas são traidores do Brasil. Eles apoiaram os ataques de Trump contra os produtos brasileiros. Ficaram contra o Brasil e a favor da Casa Branca. Nunca se viu uma traição tão desavergonhada como esta da família Bolsonaro. Essa traição é tão escandalosa que o irmão de Flávio, Eduardo, conhecido por “bananinha”, abandonou o mandato e foi até morar nos EUA para conspirar de lá contra o Brasil.