Nada é mais contraditória do que a política, nada é mais hipócrita do que um político que se coloca na cena partidária como vestal, arrotando uma honestidade apenas de aparência. Olha só o exemplo de Sérgio Moro, o juiz que comandou uma espécie de operação “mãos limpas” tupiniquim, que quebrou a indústria pesada da construção civil, tirou um candidato favorável de uma eleição presidencial para eleger outro que depois foi servir como ministro. E como tal, foi fritado e saiu atirando e acusando o clã de envolvimento com rachadinhas. Agora, abraça o rei das rachadinhas, para ter palanque e dar palanque no Paraná ao candidato que adoraria ver Trumb bombardear o Brasil, a partir da Baia da Guanabara.
Vamos ver como se comportará em relação a candidatura Moro, um certo Tony Garcia e que condições o senador terá em um tête-à-tête com Requião Filho, quando a campanha começar pra valer. Moro está sempre com cara de mal humorado e sua oratória é sofrível e de agressão constante ao vernáculo. Lidera as pesquisas para governador do Paraná, graças a resquícios da popularidade que adquiriu no comando da Lava Jato, que só o tempo dirá se será o suficiente para ele continuar surfando nessa onda até outubro. Quem viver, verá.