Deltan Dallagnol se assanha para voltar à cena política do Paraná e disputar uma das duas vagas no Senado. Mas o deputado federal Zeca Dirceu lembra o “Rolando Lero” da famigerada Lava Jato que, ao ser cassado pelo TSE, ele teve seus direitos políticos suspensos até 2031 com base na Lei da Ficha Limpa. Portanto, está inelegível.
A propósito o Conselho Nacional de Justiça ainda aguarda uma decisão da instância máxima da justiça brasileira sobre o desvio de R$ 2,5 bilhões de recursos públicos para um fundo que ninguém sabe a quem serve e para que serve. Os artífices desse fundo, que foi sem nunca ter sido, seriam, conforme relatório da Corregedoria Nacional de Justiça, Deltan e Sérgio Moro. O dinheiro, que ainda tem destino incerto e não sabido, é oriundo de acordos de leniência na Operação Lava Jato.
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O TSE cassou o registro de candidatura de Dallagnol, eleito deputado federal pelo Podemos em 2022, por fraude à lei. Os ministros entenderam que ele pediu exoneração do Ministério Público Federal para escapar de processos disciplinares que poderiam levá-lo à demissão. A decisão, unânime, aplicou a alínea “q” da Lei da Ficha Limpa e resultou em oito anos de inelegibilidade.
O TSE cassou o registro de candidatura de Dallagnol, eleito deputado federal pelo Podemos em 2022, por fraude à lei. Os ministros entenderam que ele pediu exoneração do Ministério Público Federal para escapar de processos disciplinares que poderiam levá-lo à demissão. A decisão, unânime, aplicou a alínea “q” da Lei da Ficha Limpa e resultou em oito anos de inelegibilidade.