Ronaldo Caiado lançou sua candidatura pelo PSD de Kassab e começou revelando logo seu principal plano de governo: dar anistia aos golpistas, principalmente a Jair Bolsonaro. Bravateiro da pior espécie, o governador de Goiás acaba de entrar na disputa presidencial para cumprir um papel previsível, o de padre Kelmo.
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Caiado se lança como pré-candidato à presidência tentando posar de alternativa à polarização. Mas basta ouvir suas palavras pra entender o papel que ele escolheu jogar.
Em 2022, vimos Padre Kelmon cumprir uma função muito clara: ser linha auxiliar do bolsonarismo. Em 2026, tudo indica que esse papel ganhou um novo nome.
Digo isto porque a disputa já está colocada entre Lula e Flávio Bolsonaro. E é nesse cenário que Caiado surge, não como alternativa real, mas como rabeira, reforçando o projeto político do extremismo.
Não é por acaso que, ao anunciar sua pré-candidatura, a primeira bandeira que levanta é a anistia aos golpistas do 8 de janeiro. Ele diz criticar a polarização, mas escolhe o lado do bolsonarismo.
Caiado também repete outro traço que marcou Kelmon: o desprezo pelos fatos. Diz que Goiás é referência máxima em segurança pública, quando os dados mostram que Goiás tem taxas de homicídio superiores às de vizinhos como Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. E é centro de refino de coc4ína, com presença consolidada do PCC e do CV.
Caiado também se silencia diante de episódios graves de violência política em Goiás, como os casos de Fábio Escobar e Antinha de Baixo.
No fim das contas, Caiado não é novidade. É continuidade.
Um “bolsonarista com ovo na boca”, que tenta suavizar o discurso, mas carrega o mesmo ou pior projeto: coronelismo, autoritarismo e violência. Representa uma velha política que atravessa gerações literalmente.
O Brasil não precisa de mais um figurante nessa disputa. Precisa de verdade, coragem e compromisso com a democracia.
Caiado, ruralista latifundiário, beneficiário de terras devolutas no regime militar, grileiro de terras e assassino de poceiros, adorado pelo pobre de direita e dos pentecostais fariseus falsos cristãos , Caiado lambe botas do bolsonarismo, seu grande projeto é anistiar o golpista genocida.
Caiado se lança como pré-candidato à presidência tentando posar de alternativa à polarização. Mas basta ouvir suas palavras pra entender o papel que ele escolheu jogar.
Em 2022, vimos Padre Kelmon cumprir uma função muito clara: ser linha auxiliar do bolsonarismo. Em 2026, tudo indica que esse papel ganhou um novo nome.
Digo isto porque a disputa já está colocada entre Lula e Flávio Bolsonaro. E é nesse cenário que Caiado surge, não como alternativa real, mas como rabeira, reforçando o projeto político do extremismo.
Não é por acaso que, ao anunciar sua pré-candidatura, a primeira bandeira que levanta é a anistia aos golpistas do 8 de janeiro. Ele diz criticar a polarização, mas escolhe o lado do bolsonarismo.
Caiado também repete outro traço que marcou Kelmon: o desprezo pelos fatos. Diz que Goiás é referência máxima em segurança pública, quando os dados mostram que Goiás tem taxas de homicídio superiores às de vizinhos como Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. E é centro de refino de coc4ína, com presença consolidada do PCC e do CV.
Caiado também se silencia diante de episódios graves de violência política em Goiás, como os casos de Fábio Escobar e Antinha de Baixo.
No fim das contas, Caiado não é novidade. É continuidade.
Um “bolsonarista com ovo na boca”, que tenta suavizar o discurso, mas carrega o mesmo ou pior projeto: coronelismo, autoritarismo e violência. Representa uma velha política que atravessa gerações literalmente.
O Brasil não precisa de mais um figurante nessa disputa. Precisa de verdade, coragem e compromisso com a democracia.
Caiado, ruralista latifundiário, beneficiário de terras devolutas no regime militar, grileiro de terras e assassino de poceiros, adorado pelo pobre de direita e dos pentecostais fariseus falsos cristãos , Caiado lambe botas do bolsonarismo, seu grande projeto é anistiar o golpista genocida.