O estado é laico, mas há políticos e lideres religiosos que ignoram essa realidade constitucional. Jair Bolsonaro usava púlpitos de igrejas evangélicas para pedir voto e agora o filho Flávio repete a hipocrisia que está incrustrada na frase nazifascista “Deus ,Pátria, Família e Liberdade”. Só que faz isso antes de se tornar oficialmente candidato, o que só ocorrerá na convenção partidária de julho. Logo, comete crime eleitoral e poderá ter problemas com o TSE.
Sua presença em um encontro de 40 pastores da Assembleia de Deus em São Paulo foi uma afronta aos cânones da fé e um desrespeito aos ritos do processo eleitoral. A legislação, é bom que se diga e repita sempre, proíbe campanha fora de época. O vídeo que mostra Flávio Bolsonaro ajoelhado e recebendo oração do bispo José Wellington Bezerra da Costa é prova concreta e irrefutável do crime eleitoral que o TSE terá que analisar. Claro, o justiça não age de ofício, mas o que não deve faltar são denúncias protocolada na corte por partidos adversários e até por entidades da sociedade civil.
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Os pregadores falam que o capeta não entra na igreja, entra sim olha ele aí, disfarçado de homem do bem, e igreja nenhuma deveria usar o púlpito em prol de candidato algum, O Templo é um local onde as pessoas vão orar, adorar, louvar e ouvir a Palavra de Deus. Palanques devem ser feitos em praças públicas, onde pessoas podem ir tanto para se manifestar a favor ou contra quaisquer candidatos. Os dois ambientes jamais devem se misturar.
Os pregadores falam que o capeta não entra na igreja, entra sim olha ele aí, disfarçado de homem do bem, e igreja nenhuma deveria usar o púlpito em prol de candidato algum, O Templo é um local onde as pessoas vão orar, adorar, louvar e ouvir a Palavra de Deus. Palanques devem ser feitos em praças públicas, onde pessoas podem ir tanto para se manifestar a favor ou contra quaisquer candidatos. Os dois ambientes jamais devem se misturar.