Quando se fala em traição na política, nada se equivale ao que fez o senador Jaques Wagner com o presidente Lua, de quem era líder do Senado. Encerrada a sessão vergonhosa, de rejeição de Jorge Messias para o STF, Wagner forçou um abraço em David Alcolumbre, que manobrou criminosamente pelo resultado adverso ao Palácio do Planalto. Em sendo ele líder do governo da Câmara Alta, o abraço de tamanduá, bateu um carimbo de traidor na testa do senador baiano, do PT. Por tudo o que tem feito na vida pública e pelo que representa na cena politica brasileira, isso foi uma mancha em sua biografia, que Wagner vai ter muita dificuldade de remover.
