Home Geral Vale mais que mil palavras…

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  1. Pois é, chegaram no bolsonarista Ciro Nogueira, presidente nacional do PP pois ele apresentou emenda no Senado para favorecer o Vorcaro do banco Master, falta agora irem atrás do deputado de Londrina Filipe Barros (PL), que tentou apresentar a mesma emenda do Ciro Nogueira, só que na Câmara dos Deputados.
    Os candidatos bolsonaristas são como os jogadores perebas de várzea que eu enfrentava quando era garoto. A gente dizia uns pros outros: “Deixa que esse a natureza marca”. Eles no final sempre m o r r e m i n t o x i c a d o s pelo próprio v e n e n o.

  2. Mas, afinal que rolo é este que está metido o Alcolumbre com o Rachadinha socio do miliciano Capitão Adriano?

  3. Filipe Barros vira dor de cabeça para Moro e Ratinho no Paraná
    Filipe não foi apontado como investigado pela Polícia Federal (PF) na fase que mirou o senador Ciro Nogueira (PP-PI), deflagrada nesta quinta-feira (7). Mas a coincidência legislativa é explosiva: o paranaense apresentou na Câmara dos Deputados o PL 4395/2024, com a mesma ideia central que agora aparece no coração político do caso Master.

    Veja mais no blog do Esmael https://www.esmaelmorais.com.br/filipe-barros-dor-de-cabeca-moro-ratinho-parana-master-fgc/

  4. No Paraná, aliados do deputado federal Filipe Barros acompanham os acontecimentos com crescente apreensão. Barros é hoje um dos nomes do bolsonarismo para disputar uma vaga ao Senado em 2026. O problema é que o parlamentar apresentou na Câmara dos Deputados uma proposta idêntica à defendida por Ciro Nogueira no Senado – o mesmo mecanismo legislativo, o mesmo beneficiário direto.

    Até aqui, não existe acusação formal contra Filipe Barros. Mas o fato político é inevitável: se a Polícia Federal sustenta que havia um esquema de lobby pago para remodelar a legislação financeira em favor do Banco Master, não será possível ignorar quem reproduziu o mesmo movimento sobre os tapetes de outra cor. A lógica investigativa não respeita fronteiras entre as casas do Congresso.

    E aí mora o verdadeiro risco eleitoral para o parlamentar paranaense.

    Uma candidatura ao Senado não sobrevive apenas de votos. Ela depende de viabilidade pública, apoio partidário e, fundamentalmente, de uma narrativa limpa. Nenhum projeto político resiste quando passa a conviver, semana após semana, com manchetes ligando seu nome a um dos maiores escândalos financeiros da história do país – ainda que seja na condição de coadjuvante não investigado.

    A Operação Compliance Zero segue avançando. A rede política costurada por Vorcaro dentro do Congresso ainda está sendo mapeada. E o que hoje parece atingir apenas os grandes caciques de Brasília pode, em pouco tempo, atravessar a ponte e desembarcaO BolsoMaster deixou de ser apenas um escândalo bancário. Está se tornando uma bomba política de largo alcance – e os estilhaços ainda estão em voo. Talvez isso explique o grande acordão que rejeitou a indicação de Jorge Messias ao STF, derrubou o veto de Lula à “dosimetria” e enterrou a CPMI do Master.r com força total no Paraná.

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