Se depender da bancada paranaense na Câmara Federal, o fim da jornada 6 x 1 ficaria para as calendas gregas. É um tema incômodo para a maioria dos parlamentares, que no entanto não podem fugir dele e nem se manifestar contra, sob pena de comprometer suas reeleições. Pra não passarem recibo, alguns deputados defendem “mais debate”, o que empurraria o projeto com a barriga até o pós-eleição. Passando a barreira de outubro, tudo bem pra eles, porque os reeleitos poderiam resistir ao apelo dos trabalhadores, pelo menos até 2030. Os derrotados nas urnas estariam remoendo os resultados adversos, e por conseguinte, fazendo ouvidos moucos ao grito das ruas. É assim que é.
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A economia não quebrou quando acabou a escravidão, não quebrou quando inventaram os feriados, não quebrou quando inventaram as férias, não quebrou quando inventaram o décimo terceiro, e não vai quebrar com o fim da escala 6×1
Só é contra a escala 6×1 que não acorda às 4 da manhã , pega um ônibus lotado pra ter que chegar no trabalho às 7 e sair às 5 pra chegar às 8 e é claro os pobres de direita também são contra.
A defesa da escala 5×2 não é só uma questão de conforto, mas sim uma questão de evolução das relações de trabalho.
Historicamente, toda vez que um direito trabalhista avança, surge o mesmo discurso: “isso vai quebrar o país”. Foi assim na abolição da escravidão, quando diziam que a economia não sobreviveria sem trabalho forçado. Foi assim também quando surgiram direitos básicos como férias, 13º salário e FGTS . Sempre houve resistência de setores empresariais alegando aumento de custos e risco de colapso. Mas o tempo mostrou o contrário: esses direitos não destruíram a economia, eles a fortaleceram. Trabalhadores mais descansados, com renda e segurança, consomem mais, produzem melhor e movimentam o mercado. A escala 5×2 segue essa mesma lógica. Ela já é realidade em diversos países desenvolvidos, onde produtividade e qualidade de vida caminham juntas. Não se trata de “trabalhar menos”, mas de trabalhar melhor, com equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
O padrão se repete: primeiro vem a resistência, depois a adaptação e, por fim, o reconhecimento de que o avanço era necessário. Defender a escala 5×2 é estar do lado da modernização e de um modelo de trabalho mais humano e eficiente.
Na política, a extrema direita que defende os patrões é a maior causadora de miséria no mundo para aumentar o lucro dos empresários. Aqui no Brasil, o Nikolas Ferreira defende uma mesada para que o patrão não tenha prejuízo com o fim da escala 6 x 1,. Já o Flávio Bolsonaro acha que o patrão que paga um salário mínimo paga muito, já o Zema defende que crianças trabalhem.
Funcionário descansado produz mais, funcionário com mais tempo para a família e o lazer produz mais, todos os partidos do centrão e da direita são contra o fim da escala 6 por 1 e tem pobre que votam neles, eles não gostam que o trabalhador tenha dignidade humana para estes políticos do PL, PP, UNIÃO BRASIL etc até hoje não acabaria a escravidão.
A economia não quebrou quando acabou a escravidão, não quebrou quando inventaram os feriados, não quebrou quando inventaram as férias, não quebrou quando inventaram o décimo terceiro, e não vai quebrar com o fim da escala 6×1
Só é contra a escala 6×1 que não acorda às 4 da manhã , pega um ônibus lotado pra ter que chegar no trabalho às 7 e sair às 5 pra chegar às 8 e é claro os pobres de direita também são contra.
A defesa da escala 5×2 não é só uma questão de conforto, mas sim uma questão de evolução das relações de trabalho.
Historicamente, toda vez que um direito trabalhista avança, surge o mesmo discurso: “isso vai quebrar o país”. Foi assim na abolição da escravidão, quando diziam que a economia não sobreviveria sem trabalho forçado. Foi assim também quando surgiram direitos básicos como férias, 13º salário e FGTS . Sempre houve resistência de setores empresariais alegando aumento de custos e risco de colapso. Mas o tempo mostrou o contrário: esses direitos não destruíram a economia, eles a fortaleceram. Trabalhadores mais descansados, com renda e segurança, consomem mais, produzem melhor e movimentam o mercado. A escala 5×2 segue essa mesma lógica. Ela já é realidade em diversos países desenvolvidos, onde produtividade e qualidade de vida caminham juntas. Não se trata de “trabalhar menos”, mas de trabalhar melhor, com equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
O padrão se repete: primeiro vem a resistência, depois a adaptação e, por fim, o reconhecimento de que o avanço era necessário. Defender a escala 5×2 é estar do lado da modernização e de um modelo de trabalho mais humano e eficiente.
Na política, a extrema direita que defende os patrões é a maior causadora de miséria no mundo para aumentar o lucro dos empresários. Aqui no Brasil, o Nikolas Ferreira defende uma mesada para que o patrão não tenha prejuízo com o fim da escala 6 x 1,. Já o Flávio Bolsonaro acha que o patrão que paga um salário mínimo paga muito, já o Zema defende que crianças trabalhem.
Funcionário descansado produz mais, funcionário com mais tempo para a família e o lazer produz mais, todos os partidos do centrão e da direita são contra o fim da escala 6 por 1 e tem pobre que votam neles, eles não gostam que o trabalhador tenha dignidade humana para estes políticos do PL, PP, UNIÃO BRASIL etc até hoje não acabaria a escravidão.