Sérgio Moro, que ainda lidera as pesquisas para o governo do Paraná, está feito “bosta n´agua” em relação ao episódio que faz adernar o barco de Flávio Bolsonaro. A linha do tempo não deixa quem tem memória esquecer o que o senador e ex-juiz da Lava Jato fez no outono passado em relação ao clã. E muito menos o eleitor paranaense há de esquecer em outubro a forma bizarra como ele tentou se equilibrar no muro vorcariano da vergonha, erguido pelo portal The Intercept Brasil. Vai ser interessante acompanhar os debates da campanha no Estado, onde Sérgio Moro deverá se defrontar com ninguém menos que Requião Filho, Rafael Greca e, possivelmente, Tony Garcia. Haja água, limão e maizzena. Sé é que que vocês me entendem…
Em tempo: a melhor definição que vi sobre a história de Moro com o bolsonarismo foi “Relação Iô-Iô”.
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Sergio Moro é um politico da extrema direita e é claro que vai passar pano nas corrupções da familia Bolsonaro, esses candidatos e políticos da extrema-direita, muitas vezes sem apresentar projetos concretos para o país, apostam mais na mobilização emocional e na fidelidade de suas bases do que no debate de propostas.
Para manter essa adesão, alimentam discursos de medo, conflitos artificiais e narrativas que reforçam identidades políticas. Sabem que símbolos têm força e, por isso, frequentemente recorrem a elementos religiosos e figuras simbólicas para criar identificação emocional.
A baixa valorização da ética acaba sendo, para muitos, o elo que aproxima certos líderes e parte de seus apoiadores. Quando discursos autoritários passam a ser tratados com naturalidade, surgem relações políticas em que um lado passa a enxergar no outro uma espécie de espelho.
Talvez esteja aí a explicação para episódios em que parte desses grupos demonstrou simpatia por pautas antidemocráticas, como pedidos de intervenção, defesa de ditadura ou atos de ataque às instituições. E, em muitos casos, figuras políticas acabam relativizando, justificando ou pedindo perdão político para essas ações.
O problema surge quando a política deixa de servir ao interesse público e passa a girar apenas em torno da disputa por poder, influência e privilégios.
Sérgio moro queimou o filme, o Eduardo Bolsonaro é quem controlava a grana, a candidatura do Flavio é uma bomba que vai cair no colo de quem o apoiar. acabou, o Flávio tem que renunciar imediatamente e o Moro vai despencar nas pesquisas, vai ficar sem rumo.
Se Moro fosse sério, se tivesse princípios não tinha se envolvido na política. De cara já queria ser o Presidente, hoje não sabe o que quer de verdade, um ser maligno cheio de más intenções.
PALHAÇADA • Novo filme: “O Estranho Caso do Ex-Juiz Sergio Moro: Só Quem Comete Crime é Petista”.
Após 24 horas de silêncio, o senador do Paraná resolveu explicar que Flávio Bolsonaro pedir R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, banqueiro do Banco Master investigado e acusado de golpes, ameaças e corrupção, “não é crime” e que ninguém fez nada errado.
O Brasil inteiro já percebeu a estranha obsessão de Moro pelo PT e por Lula. Se fosse Lula, Lulinha ou qualquer petista, já teria coletiva, PowerPoint e pedido de prisão em rede nacional.
Parece que o ex-juiz continua bastante seletivo quando o assunto é combater corrupção. Resumindo a extrema direita não vive sem fake news
Sergio Moro montou num porco, está apoiando um ladrão que roubou dinheiro de outro ladrão, a candidatura do Flavio e do Moro já era, vão descer ladeira abaixo.
Se você junta a revelação de que o Flávio Rachadinha(“irmão” do Sergio Moro) tratava o dono do banco Master como “irmão”, recebia milhões de reais que ele depositava num fundo gerido pelo advogado do irmão, Eduardo Bananinha, nos USA e um dia antes das revelações disso tudo pelo site Intercept o Flávio usou em um evento onde discursou uma camiseta escrito ” O PIX É DO BOLSONARO, O MASTER É DO LULA “, a gente constata que o estrago nas pretensões do sujeito ser “presidente” do Brasil é de fato enorme. Claro que a turma que reza pra pneu e bebe d e t e r g e n t e vai continuar idolatrando e votando nos Bolsonaros. Mas qualquer brasileiro com um mínimo de inteligência vai concluir que entregar o país novamente nas mãos dessa família de d e l i n q u e n t e s seria uma insanidade e idem entregar o Paraná para o Marreco
Sergio Moro é um politico da extrema direita e é claro que vai passar pano nas corrupções da familia Bolsonaro, esses candidatos e políticos da extrema-direita, muitas vezes sem apresentar projetos concretos para o país, apostam mais na mobilização emocional e na fidelidade de suas bases do que no debate de propostas.
Para manter essa adesão, alimentam discursos de medo, conflitos artificiais e narrativas que reforçam identidades políticas. Sabem que símbolos têm força e, por isso, frequentemente recorrem a elementos religiosos e figuras simbólicas para criar identificação emocional.
A baixa valorização da ética acaba sendo, para muitos, o elo que aproxima certos líderes e parte de seus apoiadores. Quando discursos autoritários passam a ser tratados com naturalidade, surgem relações políticas em que um lado passa a enxergar no outro uma espécie de espelho.
Talvez esteja aí a explicação para episódios em que parte desses grupos demonstrou simpatia por pautas antidemocráticas, como pedidos de intervenção, defesa de ditadura ou atos de ataque às instituições. E, em muitos casos, figuras políticas acabam relativizando, justificando ou pedindo perdão político para essas ações.
O problema surge quando a política deixa de servir ao interesse público e passa a girar apenas em torno da disputa por poder, influência e privilégios.
Sérgio moro queimou o filme, o Eduardo Bolsonaro é quem controlava a grana, a candidatura do Flavio é uma bomba que vai cair no colo de quem o apoiar. acabou, o Flávio tem que renunciar imediatamente e o Moro vai despencar nas pesquisas, vai ficar sem rumo.
Se Moro fosse sério, se tivesse princípios não tinha se envolvido na política. De cara já queria ser o Presidente, hoje não sabe o que quer de verdade, um ser maligno cheio de más intenções.
PALHAÇADA • Novo filme: “O Estranho Caso do Ex-Juiz Sergio Moro: Só Quem Comete Crime é Petista”.
Após 24 horas de silêncio, o senador do Paraná resolveu explicar que Flávio Bolsonaro pedir R$ 134 milhões a Daniel Vorcaro, banqueiro do Banco Master investigado e acusado de golpes, ameaças e corrupção, “não é crime” e que ninguém fez nada errado.
O Brasil inteiro já percebeu a estranha obsessão de Moro pelo PT e por Lula. Se fosse Lula, Lulinha ou qualquer petista, já teria coletiva, PowerPoint e pedido de prisão em rede nacional.
Parece que o ex-juiz continua bastante seletivo quando o assunto é combater corrupção. Resumindo a extrema direita não vive sem fake news
Sergio Moro montou num porco, está apoiando um ladrão que roubou dinheiro de outro ladrão, a candidatura do Flavio e do Moro já era, vão descer ladeira abaixo.
Se você junta a revelação de que o Flávio Rachadinha(“irmão” do Sergio Moro) tratava o dono do banco Master como “irmão”, recebia milhões de reais que ele depositava num fundo gerido pelo advogado do irmão, Eduardo Bananinha, nos USA e um dia antes das revelações disso tudo pelo site Intercept o Flávio usou em um evento onde discursou uma camiseta escrito ” O PIX É DO BOLSONARO, O MASTER É DO LULA “, a gente constata que o estrago nas pretensões do sujeito ser “presidente” do Brasil é de fato enorme. Claro que a turma que reza pra pneu e bebe d e t e r g e n t e vai continuar idolatrando e votando nos Bolsonaros. Mas qualquer brasileiro com um mínimo de inteligência vai concluir que entregar o país novamente nas mãos dessa família de d e l i n q u e n t e s seria uma insanidade e idem entregar o Paraná para o Marreco