A extrema-direita, cada vez mais desnorteada pelo derretimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas, tenta atacar o adversário por todos os flancos possíveis para ver se reverte a situação. Bate o quanto pode e ainda insiste no mantra Lula ladrão, como se isso fosse limpar a folha corrida do 01. Vai além, tentando confundir o eleitorado com a falácia trumpista , segundo a qual, classificar o PCC e o Comando Vermelho como grupos terroristas vai livrar o Brasil do flagelo que nos impõe o crime organizado.
Todo mundo sabe que o objetivo dos Estrados Unidos não é combater o narcotráfico, é na verdade, abrir caminho para futuros ataques à soberania nacional, de olho nos minerais críticos que nosso país tem de sobra.
Sem projetos para melhorar o Brasil e sem argumento para enfrentar o debate político com um mínimo de civilidade, a extrema-direita parte para o tudo o nada, com narrativas tóxicas e ataques de ódio que só servem para contaminar o imaginário popular e espalhar a cizânia entre as famílias e grupos de amigos.
Nunca se viu nada igual na vida política brasileira, desde a proclamação da república. O bolsonarismo surgiu nas eleições de 2018 para galar o ovo da serpente e tentar criar em nosso país um terreno fértil ao avanço do fascismo. Como diria o comendador Dolírio, ao recordar o Minhocão que emergia assustador das águas lamacentas do Rio da Morte durante a Guerra dos Emboabas: Vá de retro satanás!!!