Olha só, de vez em quando a gente tem a sensação de que o caso Master não vai terminar em pizza. E aí surge uma pergunta crucial, como aquela feita pelo jornalista Reinaldo Azevedo no programa O É da Coisa, da Bande News. É uma pergunta simples, direcionada ao ministro do STF André Mendonça, o terrivelmente evangélico, que assumiu a relatoria do escândalo da vez.
A maioria dos suspeitos de receber dinheiro sujo do Daniel Vorcaro está sendo investigada e até grandalhões da política brasileira como Ciro Nogueira e Jacques Wagner tiveram em seus domicílios a desconfortável visita da Polícia Federal. Então, vem a tal pergunta que não quer calar:
Quando o ministro Mendonça vai autorizar a PF a investigar o presidenciável Flávio Bolsonaro, que pediu 134 milhões ao banqueiro bandido?
Por que o 01 está sendo blindado pelo ministro Mendonça? Eu não entendo. Vocês aí, cidadão e cidadã de bem, entendem? Eu acho que nem Kafka entenderia.
Protegendo a sua laia das maracutaias, esta raça não vale nada.
Terrivelmente evangélicos e conveniente com criminosos, porque o Ministro Mendonça não quebra o sigilo bancário e fiscal do senador Flávio Bolsonaro e de seu sócio ex-governador do Rio de Janeiro Castro?
É impressionante que a NOCIVIDADE do Bolsonarismo é realmente a PIOR e MAIS NOCIVA DESGRAÇA que se abateu sobre a Nação Brasileira e seu Povo Civilizado e Politicamente Consciente EM TODOS OS TEMPO !!!
E tudo isso se deve principalmente aos evangélicos que idolatram um “Deus” fake, uma “Deus” pistoleiro, miliciano, genocida, racista, que respira ódio, que odeia mulheres e trabalhadores(que definiram Bolsonaro o enviado de Deus) e bem diferente do verdadeiro Deus de Jesus que é o Deus do amor, da paz, da caridade, dos mais pobres, dos excluídos.
Filipe Barros(PL) aparece na teia política de Daniel Vorcaro
Deputado federal Filipe Barros (PL-PR) aparece como o único paranaense na rede de contatos de Daniel Vorcaro reconstruída pelo Estadão nesta terça-feira (30/6); a menção desloca o escândalo do Banco Master para a disputa de 2026 no Paraná e impõe ao PL uma explicação objetiva sobre mandato, sistema financeiro e interesse privado.
Filipe Barros (PL-PR) entrou no mapa político do caso Daniel Vorcaro como o único nome do Paraná listado na ferramenta do Estadão que detalha conexões do banqueiro ligado ao escândalo do Banco Master.
O Estadão reconstruiu a rede de relações de Vorcaro com políticos e autoridades dos Três Poderes. O material organiza os nomes por grau de conexão e afirma que a base do levantamento inclui reportagens, investigações oficiais, documentos da Polícia Federal (PF), Receita Federal, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) e outras informações checadas.
O caso fica mais sensível porque Barros já havia sido citado em reportagens sobre medidas parlamentares relacionadas a temas de interesse do Banco Master. O Poder360, com base em levantamento de Malu Gaspar, de O Globo, publicou que o deputado apresentou requerimentos, propôs projeto de lei e atuou em audiência pública entre novembro de 2024 e setembro de 2025, período em que Daniel Vorcaro tentava viabilizar a situação do banco.
Um dos pontos centrais é o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Segundo registro do Blog do Esmael, Barros apresentou em 2024 um projeto de lei com teor semelhante à chamada “Emenda Master”, que propunha elevar o limite de garantia individual de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A proposta foi retirada pelo deputado em fevereiro de 2026, após a repercussão do caso.
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