Quando se fala em Jair Bolsonaro e Abin Paralela não dá pra esquecer Gustavo Bebiano. Foi ele quem primeiro advertiu sobre o surgimento do gabinete do ódio, liderado por Carlos Bolsonaro. O pai, Jair, ficou tão irritado com a advertência que simplesmente demitiu o seu homem de confiança. Bebiano morreu pouco depois , segundo dizem, de infarto, mas uma morte prematura, no mínimo estranha.
Semanas antes de partir para o andar de cima (ou o de baixo, sei lá), Bebiano deu detalhes no programa Roda Viva, da TV Cultura de São Paulo, sobre o tal gabinete e falou do surgimento de uma Abin paralela, montada para espionar adversários políticos do presidente. Além disso, deixou implícito que o seu celular de uso funcional continha troca de mensagens entre ele e Bolsonaro que se viesse à tona faria tremer o chão na Praça dos Três poderes.
Esta semana em um canal do Youtube , chamado My News, a ex-deputada Joyce Hasselmann, que foi líder do governo Bolsonaro nos dois primeiros anos, disse que a morte de Bebiano precisa ser investigada. “A coisa é muito mais feia do que se imagina”, resumiu.
