“Até o final do meu mandato quem ganha até R$ 5 mil não vai pagar imposto de renda. Escrevam aí o que estou dizendo”
. Presidente Lula
“Até o final do meu mandato quem ganha até R$ 5 mil não vai pagar imposto de renda. Escrevam aí o que estou dizendo”
. Presidente Lula
O ex-presidente do PMDB, que voltou a ser MDB, embora apenas arremedo daquele “velho de guerra”, reagiu com rapidez à nota sobre a possibilidade de Cida Borghetti assumir a presidência da Caixa Econômica, por conta do provável acordo Lula-PP:
“Companheiro Messias Mendes, pelo contrario, queremos sim que o marreco se lasque, perca o mandato e vá para a cadeia junto com o insignificante DD, Ricardo será muito útil para o presidente Lula no congresso e Cida será uma ótima presidente da CEF”.
. Umberto Crispim de Araújo
O Grupo Globo fez lobby hoje em matéria do G1 a favor dos importadores de petróleo. A matéria pressiona a Petrobrás a subir o preço dos combustíveis, insinuando que se assim não o fizer, poderá provocar um encolhimento do mercado e reduzir a oferta de gasolina e diesel nas bombas brasileiras. Na prática, o que o grupo Globo parece estar tentando, é iniciar uma campanha pela volta das altas indiscriminadas dos combustíveis. Quer, e deixa isso claro, ressuscitar o PPI, programa que atrelava os derivados ao câmbio e aos preços internacionais do petróleo, quando até o Tiririca sabe que o Brasil é alto suficiente . A venda da gasolina às distribuidoras pela Petrobras está 10% abaixo dos preços praticados pelos importadores nas últimas semanas. Essa postura já vinha sendo adotada pela Folha de São Paulo e Estadão, que tentam convencer o mercado, principalmente os grandes acionistas , de que a nacionalização dos preços poderá quebrar a Petrobras e criar um caos no abastecimento. A direção da Petrobrás rechaça os lobistas da grande mídia e sustenta que os preços estão corretos e que não há risco de desabastecimento
Informa o bem informado Ricardo Noblat em seu blog que a maringaense Cida Borghetti, ex-governadora do Paraná, poderá assumir a presidência da Caixa Econômica Federal por conta do achego do PP à base do governo Lula. A Gazeta do Povo, jornal paranaense que cheira a mofo, repercutiu a notícia especulativa, dizendo que se isso ocorrer Ricardo Barros, o marido de Cida, abriria mão da sua candidatura ao Senado, caso o TRE-PR casse o mandato de Sérgio Moro e a decisão da corte estadual seja confirmada pelo TSE.
Nessa negociação, segundo Noblat, “a moeda de troca seria o apoio de Barros a Gleisi Hofmann na possível eleição suplementar ao Senado”. Se o experimentado jornalista político estiver certo, não tenho dúvida de que muita gente que torce pela cassação de Moro passará a esfregar as mão para que o “marreco de Maringá” não se lasque.
Unidas , forças de segurança de cinco estados brasileiros, inclusive o Paraná, prenderam em quatro dias 2.749 pessoas ligadas ao tráfico e apreendeu 19 toneladas de droga. O Brasil é o país que mais prende a mais apreende. Porém, o crime organizado continua crescendo e desafiando o estado. Aonde está o problema? Aos olhos do censo comum a culpa é da Justiça que manda prender e manda soltar e da polícia, que para muita gente, conclui inquéritos sem a devida consistência.
Mas a coisa não é tão simples. A questão da violência no país decorre de vários fatores, inclusive do abandono pelo estado, de jovens e adolescentes de classes sociais desassistidas, que sem alternativa para buscar condições de vida dignas, acabam sendo cooptados pelo crime organizado. Os governantes das três esferas de poder, precisam puxar esse debate porque a situação está ficando realmente insustentável.
A experiente jornalista política Tereza Cruvinel lembra, a propósito do caso Marielli, que não existe crime perfeito. Isso pela simples razão de que se “apagam todas as pistas sempre acaba surgindo um delator”.
Não é de agora que o PP costeia o alambrado do Palácio do Planalto. O Progressista (só de nome) deve se reunir na próxima semana com Lula para sacramentar seu ingresso na base de apoio do presidente na Câmara Federal e no Senado. bolsonarista até a medula nos últimos quatro anos, o PP de Ricardo Barros caminha para se tornar lulista desde criancinha. Barros, que foi vice-líder de de FHC, de Lula e de Dilma, virando depois ministro de Temer e líder de Bolsonaro, estará onde sempre esteve: ao lado do governo, qualquer governo. Claro, sempre de olho em altos cargos e na sinecura que deles advirão. Em tempo: isso é o que se chama, verdadeiramente, política de resultado.
O dado foi lançado. O governo Ratinho Júnior despejou ontem na Bolsa de Valores de São Paulo um pacotão de ações da Copel. A super oferta pública de ações da Companhia Paranaense de Energia Elétrica transformará a estatal em corporação sem acionista controlador. Claro que a Copel não ficará sem leme, mas o Estado deixa de ser o responsável pela gestão, independente do tanto de ações ordinárias que detiver. Serão vendidas 549.171.000 ações ordinárias. Traduzindo isso para um o bom português: é a entrega definitiva ao capital privado da empresa mais estratégica e mais lucrativa do ente federado chamado Paraná.
A ex-deputada Marília Arraesl,e uma liderança política nacional, está querendo levar Roberto Requião para o Solidariedade. O ex-senador não sairia sozinho do PT, levaria seu primogênito , o deputado estadual Requião Filho, que também está até aqui de mágoa com o presidente Lula e a cúpula nacional do Partido dos Trabalhadores. Requião já teria deixado claro para a neta de Miguel Arraes, que se chamar, ele vai.
Unidas , forças de segurança de cinco estados brasileiros, inclusive o Paraná, prenderam em quatro dias 2.749 pessoas ligadas ao tráfico e apreendeu 19 toneladas de droga. O Brasil é o país que mais prende a mais apreende. Porém, o crime organizado continua crescendo e desafiando o estado. Aonde está o problema? Aos olhos do censo comum a culpa é da Justiça que manda prender e manda soltar e da polícia, que para muita gente, conclui inquéritos sem a devida consistência.
Mas a coisa não é tão simples. A questão da violência no país decorre de vários fatores, inclusive do abandono pelo estado, de jovens e adolescentes de classes sociais desassistidas, que sem alternativa para buscar condições de vida digna, acabam sendo cooptados pelo crime organizado. Os governantes das três esferas de poder, precisam puxar esse debate porque a situação está ficando realmente insustentável.