O aplicativo instalado pelo governo de São Paulo em celulares de professores e alunos da rede estadual de ensino , sem autorização, está dando o maior rebu. O app “Minha Escola” é considerado uma invasão de privacidade e, por mais que negue o governador Tarcisio de Freitas, é tido como um instrumento usado para espionar os corpos docente e discente das escolas públicas. Autor da façanha: Renato Feder, o secretário de educação que o governador Ratinho Júnior, enviou por empréstimo ao colega bolsonarista. Os professores paulistas já perceberam que Feder é uma espécie de “cavalo de tróia” e por isso quer devolvê-lo ao governo do Paraná.
Fim de linha
O esquema montado para vender as joias que foram dadas como presentes a serem incorporados ao patrimônio da União, mostra definitivamente que o rei está nu. Os próprios aliados acreditam que depois das provas irrefutáveis levantadas pela Polícia Federal, a imagem de homem honesto, de alguém que combateu a corrupção, foi pro vinagre. O ex-presidente está flertando cada vez mais com a Papuda.
Passo seguinte
Diz o filósofo de botequim, Brunzundunga Pereira Peixoto Penteado, que depois de vender a Copel o próximo passo do governador Ratinho Júnior é preparar o processo de privatização das Cataratas do Iguaçu.
O futuro a Deus pertence…
Não nos iludamos: com a Copel nas mãos do capital privado, inclusive internacional, o governo do Estado perde o controle sobre a política tarifária e não se espantem se o preço da energia arder no seu bolso. A privatização, sacramentada esta semana na Bolsa de Valores de São Paulo foi um tiro no pé do governador Ratinho Júnior. O que o futuro reserva aos paranaenses só Deus sabe. Os realistas já vislumbram tarifaços e um mercado aquecido de velas e lamparinas.
Acaba de sair do forno
Acabou de sair do forno e por enquanto estou lambendo a cria. ORELHA DE JEGUE, meu segundo livro, será lançado no próximo dia 25, uma sexta-feira, às 19hs na Sala Joubert Carvalho, no CAC ( antiga Biblioteca Municipal – Av. Getúlio Vargas, esquina com a XV de Novembro).
“…e a ausência dele está doendo em mim”
Mauro Cid, Anderson Torres e agora o ex-diretor geral da PRF, Silvinei Vasques. As três figuras de destaque na trama do golpe que culminou com o 8 de janeiro estão atrás das grades. E a cada nova prisão, surge a pergunta: “E ele?”. Diz um irônico observador da cena política, que o trio engaiolado cantarola todo dia, em coro: “Nessa cela tá faltando ele, e a ausência dele está doendo em mim”.
Foi-se a Copel
“A privatização da Copel foi sacramentada ontem na Bolsa de Valores de São Paulo e, ao contrário do passado recente, nada de manifestação contra. Ontem à noite, dizem as más línguas, os postes e as luzes do Paraná dançaram de felicidade. Descobriu-se que já foi ordem dos novos acionistas e de quem vai faturar grana grossa com a transação”.
- Blog do Zé Beto
Crime de lesa-pátria, sim senhor !
A Copel deve deixar ainda esta semana de ser do Estado do Paraná, de pertencer ao povo paranaense. Será vendida na bolsa de valores e os investidores que comprarem os R$ 3 bilhões de ações ordinárias é que mandarão na melhor companhia estatal de energia elétrica do país e uma das mais lucrativas.
Fala-se tanto em segurança nacional, e o que é o setor de energia elétrica senão um fator de segurança nacional? Privatizar a Copel é sim, crime de lesa pátria.
Quando o estado é o réu
Filipe saiu de casa no inicio da noite para comprar macarrão em um mercado perto da sua casa, porque a filha de 7 anos e a enteada de 9 queriam uma sopa. Ele era garçom e vendedor em uma barraca na praia do Guarujá. Mas o jovem pernambucano não voltou com o macarrão. Foi executado pela PM, que promoveu uma verdadeira chacina para vingar a morte de um soldado morto covardemente por um bandido, que acabou se entregando e nem assim o massacre de moradores parou. A violência está atingindo níveis insuportáveis e a sociedade e brasileira fica ainda mais assustada e indignada quando esta violência parte do estado, exatamente de quem tem a missão de protegê-la.







