O primeiro nome era Tarcísio de Freitas, o segundo, Ratinho Júnior. Mas nenhum dos dois será herdeiro do bolsonarismo, que o próprio Bolsonaro entregou de mão beijada para o filho Flávio, o da rachadinha. Mesmo que o Bozzo optasse por um dos dois governadores, o de São Paulo iria ter muita dificuldade de provar que nunca teve envolvimento com o caso do Banco Master e, ainda que de forma indireta, com o PCC. Quanto a Rainho, uma novem negra paira sobre sua cabeça. É o escândalo da Sanepar, a semi-estatal, cujos funcionários de cargos comissionados estariam tendo que pagar “dízimo” para cobrir dívidas de campanha eleitoral do grupo político do governador. Além disso, a PF foi provocada a investigar a possível existência de caixa 2 na campanha de reeleição de Ratinho em 2022.



