Por problemas no sistema de postagem fiquei fora do ar uns dias, mas estou de volta à rotina.
Dois pesos e duas medidas
O novo relator do Caso Master no STF , André Mendonça, quebrou o sigilo bancário e telemático de Lulinha e decretou silêncio sobre o pastor Zetel, livrando-o de depor na CPI do banco do cunhado dele, Daniel Vorcaro. Lembrando: Zetel é apontado como dos principais doadores de dinheiro para as campanhas de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas em 2022. Mendonça, lembremos, foi indicado para o STF pelo então presidente Bolsonaro, que o classificou na época de “terrivelmente evangélico”.
De acordo com o jornalista Henrique Rodrigues, da revista Fórum, a atuação do novo relator do Caso Master deixa claro que “ abalança da Justiça brasileira parece estar sofrendo de uma grave interferência em seu equilíbrio quando o assunto envolve o ministro Mendonça”. O caso de Lulinha é emblemático, porque sua relação de amizade com uma suposta envolvida com o “Careca do INSS”, virou motivo de devassa na vida privada do filho do presidente Lula. Me diz um advogado criminalista que “no direito, isso se chama ilação”.

A vitória passa por Minas
De acordo com anotação da articulista Letícia Casado, do portal UOL, “A última vez em que um candidato venceu a disputa pela Presidência da República sem ganhar em Minas Gerais foi em 1950, com Getúlio Vargas”.
Elianças que podem definir
Lula quer lançar Hadad, mas Hadad não pretende disputar o governo de São Paulo. O caminho é Simone Tebet. Se ela aceitar e o presidente costurar uma boa aliança no estado de maior colégio eleitoral do país, o atual governador e candidato a reeleição, Tarcísio de Freitas, pode ter desarranjo intestinal.
Da mesma forma, a candidartura de Rodrigo Pacheco para o governo de Minas e de Alexandre Kalil (ex-prefeito de Belo Horizonte) para o Senado, levará Romeu Zema e o bolsonarismo ao desespero.
Figuras tóxicas e radiotivas
Não existe nada pior do que um esquerdista que vira direitista. Aqui são dois – Aldo Rebelo e Ciro Gomes. Eles se tornaram figuras tóxicas e pela facilidade de verbalização que possuem, já atingiram o estágio da radiotividade.

Mosca na sopa
Ratinho Junior reassume o governo do Paraná, voltando de férias do Exterior e de cara vai se assombrar com a figura de Flávio Dino. Ocorre que o Ministro do STF, analisando ação de dois partidos de esquerda – o PT e o Psol, suspendeu o processo de privatização da Celepar, a instituição que controla as informações dos paranaenses, pessoas físicas e jurídicas. Só lembrando que a privatização da Copel, no governo de Copel foi privatizada no governo de Jota Erre Como diria o filósofo Prodamor Pereira Peixoto Penteado: “A rapadura é doce mas não é mole”.
Bolô, fedô…
Por acaso alguém aí sabe aonde foi parar a CPI da fraude das Lojas Americanas? Ou ninguém mais lembra dela? É triste ter que dizer isso mas a do Banco Master parece que começa a tomar o mesmo caminho, o das calendas gregas. Tem muita gente graúda envolvida, e gente de todos os lados e espectros políticos. Depois que colocaram a Polícia Federal ao largo desse escândalo radioativo, o cheiro de pizza começou a agredir o nariz de quem tem o olfato meio aguçado. Soltaram um flato na Praça dos Três Poderes e os ventos alísios levam o fedô para o resto do país. Minha nossa !

A rapadura é doce…
“Ratinho Junior reassume o governo e dois dos seus mais importantes secretários vão se reunir com ele para relatar sobre o que está ocorrendo na disputa dos bastidores para a indicação dele sobre o candidato para a sucessão. Não vai ouvir coisa boa, principalmente a respeito do nome que está sendo divulgado como o seu preferido, ou seja, Guto Silva, que tem os secretários Sandro Alex e Marcio Nunes como escudeiros. Enquanto isso, como se viu na segunda-feira na Assembleia Legislativa, há uma movimentação intensa de parlamentares estaduais e federais indicando que a possibilidade de uma ruptura no PSD não é figura de retórica para pressionar”.
. Blog do Zé Beto
Mas não devem parar por aí os tormentos do governador, que volta de férias no Exterior, em que país e em que paraíso ninguém sabe direito. A mosca na sopa do governador atende pelo nome de Flávio Dino, o ministro do STF que barrou o processo de privatização da Celepar. Como diria o progenitor de Jota Erre, o Rato pai: “A rapadura é doce mas não é mole”.
O xadrez da sucessão
Lula pode dar um passo importante para sacramentar sua reeleição a partir de boas alianças que fizer em São Paulo e Minas. Já lidera as pesquisas nos dois estados, mas chapas competitivas de governador e senador certamente ampliarão as possibilidades de nadar de braçada no Sudeste, já que no Nordeste não tem pra ninguém e nos principais estados do Norte, como o Pará, também está na frente do candidato do bolsonarismo.
Não é por outro motivo que Lula se esforça para costurar uma aliança com Rodrigo Pacheco nas Minas Gerais e na esteira dessas negociações, pode agregar o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, que pensa em ser governador mas se dará por muito satisfeito se conquistar uma cadeira no Senado da República. Em São Paulo, outro estado-chave, Simone Tebet já assombra Tarcísio de Freitas.

