O projeto do bolsonarismo não é a presidência em 2026, poque sabe que é difícil. Vai mesmo com Flávio Bolsonaro, porque o poder para Jair Messias é um negócio de família. O foco mesmo é no parlamento. A extrema-direita, liderada pelo convalescente preso, quer conquistar a maioria na Câmara e no Senado, principalmente na chamada Câmara Alta, porque é por lá que podem minar o poder constitucional do STF. A presidência como prioridade, fica para daí 4 anos, porque no cenário que projetam para as eleições do ano entrante, Lula pode se reeleger, mas refém de uma esmagadora maioria direitista, o campo progressista chegará a 2030 com um Lula desossado. E este será, no plano bolsonarista, o momento de tomar o poder de assalto e deitar e rolar na praça dos Três Poderes. Portanto, o eleitor precisa prestar muita atenção no deputado e no senador que terá seu voto. Porque é aí, exatamente aí, que mora o perigo.




