Sérgio Moro, que ainda lidera as pesquisas para o governo do Paraná, está feito “bosta n´agua” em relação ao episódio que faz adernar o barco de Flávio Bolsonaro. A linha do tempo não deixa quem tem memória esquecer o que o senador e ex-juiz da Lava Jato fez no outono passado em relação ao clã. E muito menos o eleitor paranaense há de esquecer em outubro a forma bizarra como ele tentou se equilibrar no muro vorcariano da vergonha, erguido pelo portal The Intercept Brasil. Vai ser interessante acompanhar os debates da campanha no Estado, onde Sérgio Moro deverá se defrontar com ninguém menos que Requião Filho, Rafael Greca e, possivelmente, Tony Garcia. Haja água, limão e maizzena. Sé é que que vocês me entendem…
Em tempo: a melhor definição que vi sobre a história de Moro com o bolsonarismo foi “Relação Iô-Iô”.



